segunda-feira, abril 30, 2007

O QUE TE DOMINA?

2 Pe 2.19b

INTRODUÇÃO

Esta passagem retrata as características dos falsos Mestres e sua Destruição. Contudo o que nos interessa neste texto e a seguinte frase "... O homem é escravo daquilo que o domina."

I. O QUE TE DOMINA É O SENSO DE DERROTA
1. O pecado
a) Apetite carnal - ódio, avareza, prostituições, ídolos, vícios,...(Gl 5.19-21)
b) O salário do pecado é a morte - ele dilacera, destrói, corrompe, faz definhar,... (Rm 7.17)
c) O que comete pecado é escravo do pecado (Jo 8.34)
d) Quem pratica o pecado procedo do diabo (1Jo 3.8)
2. As coisas deste mundo (1Jo 2.16) - satanás sabe usar estas armas
a) Cobiça da carne - "eu preciso disto" "isso parece tão bom"
b) Cobiça dos olhos - "eu quero isto" "como isso é bonito eu preciso tê-lo"
c) ostentação dos bens - "eu mereço isto" "aquilo me faria tão importante"
3. Os males da vida moderna (2Co 4.8-9)
a) Medo, complexos, insegurança,...
b) Ansiedades, depressão, stress,...
c) Desânimo, fadiga, desilusão, insatisfação,...


II. O QUE TE DOMINA É O SENSO DE VENCEDOR
1.
A nova criatura rompe com a antiga (derrotada) - nascemos de novo em vitória
a) Batizada e revestida pelo Espírito Santo (At 1.5) - conversão e dinamismo
b) Deve ser dominada pelo Espírito Santo - buscar as coisas que são de cima (Cl 3.1-4)
c) Ser cheia do Espírito Santo (Ef 5.18) - para sermos vencedores
d) O que é nascido de Deus não vive em pecado (1Jo 5.18) - Seu sangue nos livrou(Ap 1.5)
e) O pecado não terá domínio sobre nós (Rm 6.14) - Cristo morreu por nós(1Co 15.3)
2. Razão de sermos vitoriosos:
a) Cristo venceu o mundo (Jo 16.33)
b) Somos mais que vencedores (Rm 8.37)
c) Vencemos o mal com o bem (Rm 12.21)
d) Tendes vencido o maligno (1Jo 2.13)
e) Tendes vencido os falsos mestres (1JO 4.4)
f) O que é nascido de Deus vence o mundo pela fé (1Jo 5.4) - crer no impossível, no sobrenatural.
3. Cristo deixou promessas aos vencedores:
a) Terá o direito de comer da árvore da vida, que esta no paraíso de Deus (Ap 2.7)
b) De modo algum sofrerá a segunda morte (Ap 2.11)
c) Receberá o maná escondido, uma pedra branca com um novo nome nela inscrito (Ap 2.17)
d) Se fizer a vontade de Deus terá autoridade sobre as nações, governará e partilhará da autoridade de Cristo, e terá a estrela da manhã (Ap Ap 2.26-28)
e) Será vestido de branco, jamais terá o nome apagado do livro da vida e será reconhecido diante de Deus e dos seus anjos (Ap 3.5-6)
f) Será uma coluna no santuário de Deus, será gravado nele o nome de Deus, da cidade de Jerusalém e o novo nome de Cristo (Ap 3.12-13)
g) Sentará com Cristo no seu trono (Ap 3.21)


CONCLUSÃO

Como diz as Escrituras "Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas". Que você possa ter consciência do que Cristo fez por ti e ainda fará? Levante a cabeça, eis um vencedor!

sábado, março 31, 2007

OS LEVITAS E O SACERDÓCIO

Defeitos que não podiam ter - 03/04/2007
(Estudo ministrado na IEAD QND 52 - no Culto da Família)
(Lv 21.17-20)
I. INTRODUÇÃO
O nome Levítico foi atribuído ao livro devido ao fato de que nele é descrito o sistema de adoração e conduta levítica. A mensagem do livro é: o acesso a Deus é somente por meio do sangue e o acesso assim obtido exige a santidade do adorador.
Encontramos as leis e os mandamentos que Deus mandou Moisés dar ao povo de Israel, especialmente as leis a respeito das reuniões de adoração, dos sacrifícios que o povo devia oferecer a Deus e dos deveres dos sacerdotes. Todos os que serviam no Templo eram da tribo de Levi, tanto os sacerdotes como os seus ajudantes, os levitas.
O Deus do povo de Israel é santo. Portanto, esse povo que ele escolheu precisava ser santo também, isto é, precisava ser completamente fiel a Deus.


II. O PADRÃO DE VIDA DOS LEVITAS

1. Os sacerdotes deviam ser exemplos de vida santa:
a) Tanto nos seus deveres cerimoniais quanto ao seu caráter pessoal e seus atos
b) Deus requeria deles um padrão mais elevado do que aquele exigido de um simples membro do povo (Lv 22.2; Is 52.11).
c) Não poderiam ter parte com o pecado. O sacerdote devia separa-se de todos os costumes ímpios e ter uma vida santa, irrepreensível e conformada a vontade de Deus. (Js 18.7)
d) Atuavam como mediador entre o homem e Deus.
e) Não poderiam ter defeito – relativos ao corpo, genéticos, causados por algum acidente ou enfermidade.
2. Este padrão de vida se refere:
a) Quanto ao caráter (Lv 11.44-45) – deviam refletir o caráter de Deus, transcritos nos mandamentos entregues por Deus ao povo.
b) Quanto à esposa (Lv 21.7, 13-15) – não se casaria com viúva, divorciada ou prostituta, seja quais forem às causas. Desposaria uma virgem dentre o povo.
c) Quanto aos filhos (Lv 22.12-13; Dt 6.6-7) – os mandamentos do Senhor deveriam ser passados continuamente aos filhos. A filha do sacerdote que prostituísse seria queimada, ela tinha que ser um exemplo para Israel, do mesmo modo como os filhos.
d) Quanto à alimentação (Lv 11.1-8) – Deus exigiu uma coisa que tinha a razão de ser exigida, tanto do ponto de vista cerimonial como higiênico. A separação entre animais puros e imundos, no que se referia a alimentação visava criar um caráter bem como uma cultura diferente das demais nações, a higiene e uma alimentação saudável.
e) Quanto à localização do lar (Nm 18.20; Js 21.1-3) – não tinha possessão nenhuma na terra, Deus era a sua parte e herança no meio dos filhos de Israel
f) Quanto a moral (Lv 21.4-7) – de moral ilibada e irrepreensível,
g) Quanto à remuneração (Nm 18.21-24) – Os dízimos dos filhos de Israel, que apresentam ao Senhor em oferta, foram dados aos levitas por herança; porquanto Deus lhes disse: “No meio dos filhos de Israel, nenhuma herança tereis.”
h) Quanto aos hábitos (Ml 2.1-9) – deveriam ser livres da iniqüidade e em seu coração não deveria achar maldade, senão o castigo de Deus seria iminente.
i) Quanto ao corpo (Lv 21.17-23; 22.4-5) – não poderia haver nenhuma deformidade/doença.


III. DEFEITOS QUE OS LEVITAS NÃO PODIAM TER
1. Cego (v. 18)
a) Não vê nada (Mt 6.22)- Não acredita em nada; é o resultado da doença;
b) Não vê as maravilhas de Deus (Is 6.9-11; 56.10; Jr 5.21; Mt 6.23; 23.16,24; 1Co 2.9,14; 2Co 4.4; 2Pe 1.9; Ap 3.17);
c) Cristo a tirará (Is 29.18; 35.5; Lc 4.18; 1Pe 2.9)
2. Coxo (v. 18)
a) Andar inclinado para um dos lados, por defeito ou doença no pé ou na perna
b) Todos caminham e recebe bênçãos – Inconstante na sua caminhada (1Rs 18.21)
c) Nunca chega ao lugar desejado – Vai se arrastando e demora
d) Não acompanha o ritmo da igreja (Mq 4.6; Sf 3.19; Hb 12.13)
3. Nariz chato (v. 18)
a) Não sente o cheiro de nada (Êx 16.19-20) – tanto faz estar na igreja como fora;
b) Tudo é a mesma coisa – tem o mesmo comportamento
c) O mau testemunho de fora quer ter dentro da igreja – sem discernimento
d) Não sente o cheiro do pecado (ao lado de um defunto e não sente nada) – não tem o perfume de Cristo (2Co 2.14-16)
4. Membros crescidos (v. 18)
a) Fase de crescimento – onde chega desmantela
b) Partes do corpo mais crescidas que outra – desproporcionado(Jo 3.30)
c) Alistavam nove tipos de defeitos
5. Pé quebrado (v. 19)
a) Não vão para a igreja (At 9.2; Rm 3.17;Tg 1.8) – não faz nada.
b) Sempre tem uma desculpa
c) Impossibilitado de caminhar na obra de Deus (is 40.31;Jo 14.6;Hb 12.13) – Pecado
6. Mão quebrada (v. 19)
a) Não entrega o que é de Deus (Ml 3.8-10;Lc 18.12;Hb 7.8) – dízimo, nem oferta
b) Mão mirrada (Mt 12.10;18.8) – impossibilitado de atuar na obra de Deus(Lc 9.62; Tg 4.8);
7. Corcunda (v. 20)
a) Nunca vê o céu – tudo é para baixo
b) Pensa nas coisas materiais – a salvação deixa para depois
c) Inclinado para as coisas desta vida
8. Anão (v. 20)
a) Baixa estatura – mesma condição sempre
b) Tem que crescer (Ef 4.15; Cl 2.19; 1Ts 3.12; 2Pe 3.18) – deixar de ser menino que se escandaliza com tudo
9. Belida – no olho (v. 20)
a) Catarata, mancha no olho (Mt 7.3) – a não enxerga bem (distorce as coisas espirituais);
b) Impureza no olho - passar o colírio de Iavé (1Jo 2.16)
c) A igreja de Laodicéia foi advertida a comprar colírio (Ap 3.18) – visão defeituosa
d) Se o teu olho for puro, tudo será puro
10. Sarna (v. 20)
a) Várias afecções da pele, como úlceras – Sempre inquieto (2Tm 4.3)
b) Tira a paz dos outros (Ef 4.14)
11. Impigens (v. 20)
a) Não tem calma – não se dá com ninguém (Sl 78.8:Tg 1.8)
b) Não tolera ninguém (Gl 5.15-17;Tg 3.17-18) – briga com todos (filhos, maridos, esposas, chefes, pastores,...)
12. Testículo lesado (v. 20)
a) Não frutifica – não gera (Rm 7.4;Cl 1.10)
b) Temos que frutificar, gerar filhos espirituais, dar bons frutos;


IV. EXTENSÃO DAS RESTIÇÕES FEITAS AO LEVITAS
1. Por que Deus requeria esta aptidão física
a) Defeitos físicos desqualificavam os descendentes de Arão para servirem como sacerdote e oferecerem sacrifícios em favor do povo.
b) O requisito do corpo físico integral do sacerdote, falava do propósito divino, no sentido do sacerdote ser um exemplo vivo da vida total do ministro a serviço do Senhor.
c) O sacerdote tendo um corpo sem defeito seria mais eficaz no serviço de Deus.
d) O animal ofertado deveria ser perfeito, do mesmo modo, o sacerdote que oferecia o sacrifício.
2. A restrição se limitava quanto aos procedimentos de oferecer sacrifícios ao Senhor.
a) O filho do sacerdote que tivesse defeito, comeria das coisas santas, mas não as ofereceria ao Senhor.
b) Todavia quem não pudesse servir como ministro devido a tais defeitos, não perdia o direito de participar do Pão de Deus, isto é, a plena salvação vinda pelo concerto de Deus.
3. Essas restrições aplicam-se as nossas vidas.
a) A exigência divina de um corpo perfeito no sacerdócio levítico prefigurava a perfeição moral de Cristo
b) Apontava para as qualificações espirituais requeridas por Deus para os ministros do Novo Testamento
c) No ministério devemos ser inculpável e irrepreensível.
d) Devemos procurar ser perfeito diante de Deus (1Pe 2.5).


V. CONCLUSÃO

Hoje temo livre acesso ao Pai por intermédio de Jesus, o qual É nosso Intercessor e Advogado junto a Deus(1Tm 2.5;1Jo 2.1).
Por isso, devemos ter uma vida diária de santidade diante de Deus (2Co 7.1; Hb 12.14). Temos a obrigação de retirar de nossas vidas todas as impurezas (1Ts 4.7; Rm 6.19). Por que esta é à vontade de Deus (1Ts 4.3)


BIBLIOGRAFIA
CHAMPLIN, Ph. D. Russell Norman. O Novo Testamento Interpretado, 1ª Edição, São Paulo, Editora Candeia, 1995.
BOYER,BO. S. Pequena Enciclopédia Bíblica. Vigésima Segunda Impressão, Editora Vida, São Paulo, 1995.
POSSIDÔNIO, Antônio. Apostila Levítico. FATAD – Faculdade Teológica das Assembléias de Deus. Brasília-DF, 2004.

quarta-feira, fevereiro 28, 2007

CONHECENDO A VONTADE DE DEUS

1Ts 5.16-18

INTRODUÇÃO
O texto que lemos contém três ordens que dão idéia de perpetuidade (continuidade), que nos induzem a perceber a vontade de Deus.



I. "REGOZIJAI-VOS SEMPRE"
a) Sentimento de alegria - em um mundo hostil
b) Uma das virtudes do fruto do Espírito (Gl 5.22)
c)Produto do avanço / desempenho espiritual
d) A alegria do crente é diferente da mundana - a alegria espiritual não depende de circunstâncias externas favoráveis a sua expressão (Rm 14.17)
e) A alegria espiritual deriva do bem estar espiritual da alma
f) A base é a união mística com Cristo


II. "ORAI SEM CESSAR"
a) meio de direcionar súplicas a Deus - fruto de um coração transformado
b) Nenhum intervalo deve haver na vida do crente - constância
c) Trata-se de um espírito dedicado a oração - hábito
d) A devoção deve ser a principal ocupação na vida do crente
e) Através dela demonstramos nossa dependência para com Deus
f) Pouquíssimas são as coisas que não podem ser precedidas pela oração
g) A prática deve ser constante - não apenas em momentos difícieis


III. "EM TUDO DAÍ GRAÇAS"
a) Trata-se de um ato de devoção ordenado por Deus
b) Sentimento de mostrar grato ao Senhor - por todas as coisas
c) Por meio da adoração agradecemos a bondade e a misericórdia de Deus ante o sucesso, o suprimento;
d) Somente quando cumprirmos a vontade de Deus encontramos motivos para Lhe sermos gratos
e) Trata-se de um estágio de desenvolvimento espiritual


CONCLUSÃO
À vontade de Deus é que em todas as circunstâncias regozijemos, tendo na oração um meio de dar graças a Deus.

quarta-feira, janeiro 31, 2007

CONHECENDO JESUS NO CAMINHO


Lc 24.13-35

INTRODUÇÃO
Este texto nos fala da ação educativa de Jesus que ultrapassa essas 4 paredes e alcança o nosso cotidiano, o nosso dia-a-dia.


I. DESAPERCEBIDOS

1. A história acontece no mesmo dia da ressurreição de Cristo
a) Ocorre no caminho ao povoado de Emaús - 11km de Jerusalém (v.13)
2. Dois discípulos andavam e discutiam sobre os últimos acontecimentos em Jerusalém (v. 14)
a) Um deles chamava-se Cléopas (v. 18)
b) Os horrores da crucificação estavam ainda latentes em suas mentes (v. 15)
c) Jesus se aproximou e passou a andar com eles
3. Não reconheceram o Mestre (v. 16)
a) Eles não o reconheceram - seus sentidos espirituais estavam embotados
b) Preocupados com a conversa não param para reconhecer o Mestre - circunstâncias
4. Que é isso que vos preocupa (v. 17)
a) Certo toque de agonia mental havia na conversa - talvez conversavam a fim de aliviar a pressão mental pelos horrores da crucificação
b) Ao serem interpelados por Jesus - uma nova onda de tristeza os envolveu e perderam a capacidade física de caminhar
c) Ficaram em silêncio pensando em como relatar o ocorrido (v. 18) - para Cléopas era difícil alguém em Jerusalém não saber do ocorrido (mostra espanto misturado com impaciência)


II. O QUE PENSAVAM DE JESUS

1. Explicando quem era Jesus
a) Para eles Jesus era um grande profeta, um homem de fé e poder (v. 19)
b) A culpa da morte de Jesus foi lançada sobre as autoridades religiosas (v. 20)
2. Tinham em mente um Líder político (v. 21)
a) Ainda não compreendiam o real sentido do Reino que Jesus veio implantar
b) Mostram frustração pela morte repentina de Jesus - ignorância
3. Sentimento de esperança e desespero (vv. 22-24)
a) Ainda marcados pelo Sacrifício de Jesus - relutavam e abrir o coração há tão grande esperança de ressurreição
b) Relato das mulheres ao visitar o sepulcro e dos discípulos ao irem comprovar
c) O calvário não foi o fim e sim o começo
d) Durante o trajeto mostraram dificuldade para crer que Ele houvesse ressuscitado
4. Reprimenda dada por Jesus (vv. 25-27)
a) Jesus queria ensinar que tanto a paixão como a ressurreição do Messias eram ocorrências de acordo com a mensagem dos profetas do V.T
b) Ignorância tanto intelectual como espiritual
5. Chegando ao seu destino, quando Jesus fez menção de seguir adiante (vv. 28-30)
a) Eles o constrangeram a ficar e cear com eles
b) Jesus concordou em ficar
c) Dá-se início a Ceia - Jesus parte o pão e distribui entre eles.


III. RECONHECENDO JESUS
1. Os olhos dos discípulos se abrem e eles o reconhecem! (v. 31)
a) As ações de Jesus ao conduzir a ceia lhes parecia familiar
b) A oração, os gestos - de repente em suas mentes retomam os testemunhos das mulheres e discípulos
c) Fixam os olhos em Jesus e o reconhecem - ao intentarem abraçar ele desaparece
d) Meditam sobre o acontecimento, retornam a Jerusalém e contaram aos outros o testemunho (vv. 32-35)
2. Jesus quer se manifestar a nós, não somente na igreja, mas também pelo caminho.
a) Caminho da escola, do trabalho, do lar, dentro do transporte urbano, no trânsito, na sala de aula, na família – suportando pressões!
3. Não seja desapercebido
a) “Bem que eu sentia um fogo no peito enquanto estava naquele lugar...”;
b) “bem que eu poderia ter percebido que Ele estava lá comigo...”;
c) “Bem que eu percebi que algo muito forte ardia dentro de mim...!”.
4. Jesus apareceu objetivando:
a) Dar substância a conversa e mostra que ele nada perderam
b) Mostrar a vitória que haviam alcançado
CONCLUSÃO

O Senhor quer se manifestar a você no caminho! No seu dia-a-dia. Fazer seu coração arder constantemente, 24h por dia. Sua alegria ser diária pelo gozo de Sua presença. Aproveite a presença de Jesus já"!

domingo, dezembro 31, 2006

FORÇAS RENOVADAS

Is 40.28-31

INTRODUÇÃO
Neste final de ano tendemos a refletir sobre nossas ações o que fizemos e deixamos de fazer, em muitos momentos nossas forças esvaíram, mas aprendemos que no Senhor alcançamos renovo para nossas forças.


I. APRENDENDO COM A ÁGUIA
1. A águia
a) Vive 70 anos e aos 40 precisa passar por um processo doloroso de renovação;
b) Suas unhas se tornaram flexíveis (não segura a caça); o bico se encurvou (muito longo e se curva contra o peito, dificultando a alimentação); e suas penas ficam grossas (atrapalham o vôo);
c) Então ela voa bem alto, encontra um local seguro, onde fica por cinco meses e bate com o bico no paredão até arrancá-lo, depois arranca as unhas e finalmente tira suas velhas penas;
d) Aos 150 dias, sai para o famoso vôo da liberdade – testar a visão e suas habilidades.
2. O cristão
a) Temos de nos retirar por algum tempo e começar um processo de renovação - Cristo é nosso alto retiro (Sl 46.1)
b) Para que continuemos a voar um vôo de vitória, conquistar/gozar as bênçãos; devemos nos desprender de velhos costumes e atitudes;
c) Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre trás;
d) A renovação só ocorre quando esperamos e confiamos no Senhor;
e) Renovação significa tornar novo, recente, mudar ou modificar para melhor… Pode ser usado no sentido de "reparar", "consertar" ou reconstruir, referindo-se as cidades, ao Templo e/ou altar;


II. A RENOVAÇÃO DO CRISTÃO
1. Física
a) O nosso corpo precisa de renovo (descanso, boa alimentação) – Cristo nos concede tranquilidade (Sl 4.8)
b) O pecado e as influências do mundo fazem com que fiquemos despercebidos (Jz 6.6)
c) Acaba quando saímos da presença de Deus – Sansão (Jz 16-17,19)
d) Mesmo quando há impossibilidade humana no Senhor se renovará (2Co 12.10;Jó 14.7)
2. Intelectual

a) A falta de renovação conduz a cegueira espiritual – incredulidade, falta de fé, ...
b) A renovação gera transformação (Rm 12.2) e inconformismo com o mundo, além de fazer-nos entender a vontade de Deus e ter a mente de Cristo (1Co 2.16; Hb 8.10)
3. Espiritual
a) A Renovação Espiritual emana de Deus - A glória do Senhor nos fortalece (Cl 1.11); O senhor nos reveste de força (2Tm 4.17); Ele é a nossa força (Êx 15.2; Sl 28.7)
b) O Espírito Santo é o agente renovador (Ef 4.23), O Espírito Santo é que renova (Sl 104.30); É diária (2Co 4.16)
c) Nos conscientiza sobre o cuidado de Deus sobre nossas vidas
4. Com forças renovadas vencemos:

a) A Insatisfação – Depositar a confiança em Deus (Sl 37.5)
b) O Desânimo – Crer no descanso e na provisão divina (Pv 1.33; Jó 5.21)
c) A Ansiedade – Alegrar-se (Fp 4.4); tolerar (Fp 4.5); orar (Fp 4.6); pensar (Fp 4.8); agir (Fp 4.9; Tg 1.22)
d) Os Complexos – Ter consciência de ser um membro aceito e valioso de um grupo (1Co 12.4-25)
e) As Vinganças – Exercer o perdão (Mt 6.12-15,37; Mc 11.25; 1Jo 2.9)


CONCLUSÃO
Precisamos ter confiança de que “Tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4.13). Em Cristo alcançaremos êxito em nossos projetos, que o próximo ano seja de grandes vitórias e realizações.

sábado, dezembro 02, 2006

SUPERANDO DESAFIOS

Superando os Conflitos Interiores (Batalhas diárias da mente)
1Sm 18.14

INTRODUÇÃO
Os temas abordados nesta palestra realmente são necessários no contexto atual das igrejas. A falta de ensinamento tem induzido muitos cristãos à praticas erradas diante de Deus, que é Santo e requer santidade de nós. A falsa liberdade pregada hoje e a idéia de que Deus não esta preocupado com nossa conduta são fatores negativos que precisam ser combatidos. Espero com esta breve explanação não elucidar todas as dúvidas mais suscitar o interesse e debate do tema.

I. PORNOGRAFIA – (Qual o problema de gostar um pouco de pornografia?)
1. Conhecendo alguns conceitos?

a) Pornografia é o caráter imoral ou obsceno de uma publicação.
b) Ela vem da palavra grega pornéia, que juntamente com mais outras 3 palavras (pornos, pornê e pornéuo) são usadas no N.T. para a prática de relações sexuais ilícitas, imoralidade ou impureza sexual em geral. Significa literalmente “escrever sobre prostituta”.
c) Aparece associada com outras palavras tipo: adultério, incesto, prostituição, fornicação, homossexualismo e lesbianismo.
d) A pornografia é a representação da nudez e do comportamento sexual humano com o objetivo de produzir excitamento sexual.
2. Conhecendo as causas

a) A tremenda popularidade da pornografia no mundo de hoje. Os governos aumentam cada vez mais a legalidade da pornografia
b) A imensa facilidade para se conseguir material pornográfico no mundo de hoje. O fracasso das estratégias governamentais em conter o avanço da imoralidade
c) Usualmente e feita através de imagens animadas (filmes, vídeos, computador), fotografias, desenhos, textos escritos ou falados.
d) A exploração da nudez humana é algo antigo
3. Conseqüências

a) A pornografia explora exatamente essas coisas - adultério, prostituição, homossexualismo, sadomasoquismo, masturbação, sexo oral, penetrações com objetos e - pior de tudo - pornografia infantil.
b) Consumir deliberadamente material pornográfico é contribuir para uma das indústrias mais florescentes do mundo e que, não poucas vezes, é controlada pelo crime organizado.
c) Consumir deliberadamente material pornográfico deixa cicatrizes para o resto da vida
d) A indústria da pornografia apóia e promove a indústria da prostituição e da exploração infantil.
e) A pornografia explora o sexo, tratando os seres humanos como coisas e, em particular, as mulheres como objetos sexuais.
f) A constatação de danos cada vez maiores causados pela pornografia - crescente onda de estupros, assédio sexual e exploração infantil.
g) O consumo de pornografia abate e escraviza o crente
h) Insensibilidade para com as perversões sexuais, fazendo-as parecerem cotidianas e rotineiras.
i) Comparação injusta entre o corpo do nosso cônjuge e aquele dos modelos apresentados no material pornográfico, provocando impotência e desinteresse sexual dentro do casamento.
j) O hábito da masturbação que se alimenta da pornografia, sua matéria-prima.
k) Despersonificação dos seres humanos, ao exibir seus corpos e órgãos genitais, sem que o rosto apareça.
l) Hábito de desnudar as pessoas com a imaginação, ou de entreter fantasias sexuais enquanto conversa com pessoas do sexo oposto.
4. Argumentos a favor do consumo livre da pornografia

a) A pornografia como arte – Os defensores deste ponto de vista argumentam que a maldade está na mente dos que vêem material pornográfico. (Gn 3.21; 2.25; 3.7-11; Lv 18).
b) A Bíblia está muito mais preocupada com dinheiro e materialismo do que com nudez e cobiça – O erro esta no dinheiro gasto e não no que se vê
c) Não há provas conclusivas de que a pornografia seja prejudicial – Baseado em relatórios governamentais e pesquisas afins;
d) O direito de livre expressão assegura a publicação e o consumo de material pornográfico – À censura é coisa de regimes autoritários. (Mt 5.28; cf. Ex 20.17; 2Sm 11.2; Jó 31.1; Fp 4.8; etc).
e) A pornografia pode ser usada como terapia – Bom para o corpo e para a relação sexual.
f) É uma forma segura de sexo – Descobrir a sexualidade sem correr o risco de envolver-se com parceiros que as contagiem com doenças, engravide.
5. Entendimento Bíblico
a) Consumir deliberadamente material pornográfico é violar todos os princípios bíblicos estabelecidos por Deus para proteger a família, a pureza e os valores morais.
b) O Novo Testamento claramente condena a pornéia: ela é fruto da carne, procede do coração corrupto do homem, é uma ameaça à pureza sexual e devemos fugir dela, pois os que a praticam não herdarão o reino de Deus.
c) É necessário fazer uma distinção entre erotismo e pornografia. Existe um erotismo saudável, que consiste na exploração da sexualidade dentro do casamento. (Pv 5.15-20; Ct 1.2; 4.10-11; 7.9-12)
d) O Senhor nos criou com sexualidade e que a mesma pode ser explorada e desfrutada dentro do ambiente do casamento.
e) A pornografia utiliza a criação de Deus, que é o próprio ser humano, para se levantar contra Deus de tal forma que os seus membros são usados para a iniqüidade. (Rm 6.13)
f) Uma vez que entendemos que a nossa natureza pecaminosa nos impulsiona para o mal (Rm 3.10-12), temos que buscar meios pelos quais possamos não sucumbir às muitas tentações que nos sobrevirão (1Co 10.13; Hb 2.18).
g) O salário do pecado seja a morte, “o dom gratuito de Deus é a vida eterna, em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23; Jd 24).
6. Como evitar
a) Infelizmente parece que estamos nos acostumando à falta de decência. “Aquele que quer vir após mim, a si mesmo se negue...”
b) Ter cuidado com o legalismo (Cl 2.21-23). Disposição em abandonar o prazer que a pornografia porventura proporcione.
c) Evitar lugares que inspirem sensualidade. (Cl 3.5-8; Sl 1) – escolher bem as amizades, aconselhar-se com pessoas crentes e sábias, e não com os ímpios, elevar os nossos pensamentos a Deus. Meditar dia a dia na Sua Palavra (Salmo 1:2).
d) Fazer nosso culto particular a Deus e encher nossos pensamentos com coisas edificantes. (Fp 4.8);
e) Mudança de hábitos – dormir cedo, ficar na Internet apenas o tempo necessário, ocupar o tempo livre com atividades esportivas e edificantes, evitar envolver-se em qualquer tipo de conversação torpe (Ef 5.3-7).
f) Evitar radicalmente o acesso a revistas, vídeos, programas televisivos e sites pornográficos.
g) Estimular o culto doméstico – buscar apóio divino e nos santificar a cada dia (1Co 7.1).

II. MÚSICAS NÃO EVANGÉLICAS (Faz algum mal ouvi-las?)
1. Conhecendo alguns conceitos

a) A música está sempre presente na vida do ser humano.
b) É a arte de combinar agradavelmente os sons.
c) Era conhecida desde a antiguidade. Jubal foi o antepassado de todos os músicos que tocam harpa e flauta, Gn 4.21.
d) Usava-se música para várias finalidades – Guerras, vitórias, festas, casamentos (Ex 15.1,20; Jz 5; Jr 7.34; 1 Cr 6.31-48; Am 6.5).
e) A Música sempre foi importante e teve o seu lugar nos cultos e na vida dos fiéis, tanto na forma instrumental como na vocal, seja uníssona ou em conjunto.
f) Deus, desde os primórdios, separou um povo exclusivo para louvar: os levitas (Nm 1.50; 3.6,7; 1Cr 23.30) e hoje não é diferente.
2. Conhecendo as causas

a) A mistura de ritmo do mundo com as músicas cristãs;
b) Secularismo e mundanismo – provocado pelo movimento neo-pentecostal
c) Mudança de liturgia (conflito de gerações) – a busca pelo novo, tornar o culto atraente,...
3. Conseqüências

a) Pode trazer sentimentos variados como ódio, raiva, revolta, paixão, rebeldia, agitação, e também emoções boas como a paz, o amor, a alegria e o quebrantamento.
b) A melodia interfere no corpo, na alma e no espírito – a melodia ministra ao espírito do homem, a harmonia à alma (personalidade, mente e emoção); o ritmo ao movimento do corpo.
c) Influencia o comportamento, a atitude e, conseqüentemente, a vida.
d) A música pode trazer libertação, alegria intensa, enche o crente do Espírito Santo
4. Entendimento Bíblico
a) Todas as músicas nos são lícitas, mas nem todas nos convém e nem todas nos edificarão.
b) Buscai as coisas que são de cima (Cl 3)
c) O regenerado (nova criatura) – não anseia pelas coisas que estão no mundo
5. Como Evitar
a) Não ser demasiadamente exagerado, nem cético, nem ingênuo
b) É necessário entender a tradução (se for em outra língua), cuidado com expressões que possuem duplos sentidos, entender que propósito o autor têm para determinada música

III. DESTRUÍNDO GIGANTES
1. Desânimo

Conhecendo alguns conceitos
a) Pode se instalar em diversos momentos de nossa vida (Is 38.14)

Conhecendo as causas
a) Surge através de sentimentos de perda que nos assaltam e desesperança que nos sobrevêm (Is 38.10)
b) Situações que nos tiram as forças (Pv 24.10; Sl 23.2; Is 40.29,31)
c) Comumente nos afadigamos (1Co 4.12; Dt 25.17,18; Is 40.30), perdemos a esperança (Rm 12.12a; Jó 7.6;17.15;)
d) Ficar remoendo injustiças ou fracassos passados

Conseqüências
a) Gera tristeza (Sl 31.10a; 116.3), apatia (IRs 19.5; 2Co 1.8; At 27.20; Is40.29), inércia (2Co 4.8; Gn 19.15,16; Mt 20.6,7; Fp 1.3-5)
b) Diminui o fervor da igreja (Gl 5.7; Ap 2.4)
c) Desejo de morrer (1Rs 19.4b; Jó 3.21); desconfiar de todos

Entendimento Bíblico

a) Toda desânimo sai quando Jesus chega (Lc 8.52-54)
b) Ataca os servos de Deus – Jó (Jó 2.13); Moisés (Nm 11.15); Jonas (Jn 4.1)

Como Evitar

a) Confiando na misericórdia do Senhor (Sl 56.3Is 38.20; Sl 119.28; Jo 16.20)
b) Recorrer ao Senhor (Ne 8.10b; Is 40.31)
c) Ter esperança (Sl 39.7; Lm 3.26; Tt 1.2; At 27.25), acreditando na fidelidade divina (1Co 10.13

2. Medo
Conhecendo alguns conceitos
a) O medo faz parte da vida de todo o ser humano
b) è um sentimento de inquietude, experimentado em presença ou lembrança de um perigo
c) Reação a tudo que achamos que vai nos ferir

Conhecendo as causas
a) Pode originar-se do medo de Deus (Sl 2.11), das situações (Mt 14.26), da morte (Jó 30.23;24.17,...
b) Do mundo espiritual (Sl 89.48; Ef 6.12; Sl 91.3-6; Rm 2.8-9), dos homens malignos (Lc 10.30; Rm 1.29; Pv 6.12,14; Is 17.14), opressão dos problemas da vida(Sl 22.11; Is 38.14; Mt 7.25; Jo 10.10ª;
c) Sua raiz esta na incredulidade

Conseqüências

a) O medo e o pânico generalizados e constantes causam um terrível mal a quem for acometido por eles
b) Faz-nos fugir das situações que não podemos enfrentar (Hb 13.5; Fp 4.13)
c) Insegurança da alma (Sl 77.2;

Entendimento Bíblico
a) A Bíblia nos garante que podemos vencer este mal seguros nas promessas de um Deus que jamais falhará;
b) Surgiu da conseqüência do pecado no Édem (Gn 3.10; Sl 9.20)
c) Temer sobre a vida é negar o controle de Deus sobre a morte (Fp 1.28;Ap 1.18; Mt 10.28)
d) Toda insegurança deve ser tratada com fé (Jó 11.18;Sl 91.4)

Como Evitar
a) Crer no descanso e abrigo dado por Deus(Pv 1.33; Jó 5.21)
b) Em Deus encontramos segurança (2Sm 22.3; Jó 5.20; Is 60.18)
c) Nos livra das tribulações (Sl 9.9; 32.7; 37.39) e afasta o medo (Mt 14.27; Jo 6.20)

3. Ansiedade

Conhecendo alguns conceitos
a) Poderia ser definida como um sentimento íntimo de apreensão, mal estar, preocupação, angustia e/ou medo, acompanhado de um despertar físico intenso

Conhecendo as causas

a) Reação a um perigo específico identificável ou resposta a um perigo imaginário
b) Vários tipos (real, fóbica, ego-neurótica, intensa,...), sentimento de pânico, dor de cabeça,...
c) Surge em resultado de ameaça, conflito, medo, necessidades insatisfeitas, e diferenças individuais, auto-estima;
d) Fruto de nossa preocupação (Lc 12.22)

Conseqüências

a) Resultado de um afastamento de Deus – não confiar no Senhor
b) Reações físicas – pode provocar úlceras, dores de cabeça, alergia na pele, dor nas costas, insônia, fadiga, perda de apetite e outros problemas físicos;
c) Reações psicológicas – reduz o nível de produtividade, sufoca a criatividade e originalidade, prejudica a capacidade de um bom relacionamento com os outros, interfere na habilidade de pensar ou lembrar;
d) Reações defensivas – negativa de ansiedade, que não existe situação causadora, culpar os outros por falta nossa, infantilidade, racionalizar excessivamente;
e) Reações espirituais – falta de tempo para a obra de Deus, falta de devocional pessoal com Deus, impacientes com o próximo, amargos, introvertidos;

Entendimento Bíblico

a) Na Bíblia o termo é conhecido como aflição ou angústia, ela nos recomenda a não andar ansioso (Mt 5.25-34; Lc 12.22Fp 4.6; 1Pe 5.7)
b) Demonstra falta de confiança em Deus (Jo 6.8,9,14)

Como Evitar

a) Buscar ajuda divina porque esta é psicologicamente contagiosa;
b) Identificar a causa – observando, refletindo, encorajando a agir, dando apoio
c) Receita Bíblica – Alegrar-se (Fp 4.4); tolerar (Fp 4.5); orar (Fp 4.6); pensar (Fp 4.8); agir (Fp 4.9; Tg 1.22)
d) Desenvolver a confiança em Deus e aprender a enfrentar

4. Complexos

Conhecendo alguns conceitos
a) Auto-estima – avaliação que um indivíduo faz de seu valor, competência e significado

Conhecendo as causas

a) Orgulho – desejo exagerado de obter atenção e louvor de outros (Pv 16.18; Tg 4.6; 1Pe 5.5); contrasta com a humildade
b) Teologia falha – ensinamento de que somos indignos, inferiores, insignificantes, autocondenação, que nos levam a rejeitar nossa individualidade, habilidade e personalidade, devemos sim é nos submeter ao controle divino
c) Pecado – quando violamos o padrão de certo e errado dado por Deus sentimos remorso, culpa e decepção dentro de nós
d) Experiências passadas – momento de fracassos, rejeição, menosprezo e criticas vinculados a situações do presente
e) Relacionamento familiar – despreparo dos pais, situação conturbada, formação defeituosa, críticas e expectativas excessivas
f) Pensamentos errados e influencias da comunidade – meios de comunicação, formação de um modelo de personalidade mundano

Conseqüências

a) Sentimento de isolamento e que não são amadas;
b) Impotência e incapacidade; zangadas; dificuldades de convivência; submissas, dependentes e sensíveis em demasiado; pouca curiosidade e criatividade; introvertidas
c) Falta de paz interior e segurança; baixa autoconfiança; retraimento social; ciúmes e crítica de outros; conflito interpessoal; autocrítica, ódio de si mesmo e auto-rejeição; depressão; desejo de alcançar poder, superioridade e controle sobre os outros;
d) Tendência a queixar-se, discutir, mostrar-se intolerante, hipersensível e sem espírito de perdão;
e) Incapacidade de aceitar cumprimentos ou expressões de amor; inclinação para ser um mau ouvinte e um mau perdedor;

Entendimento Bíblico

a) O ensino bíblico sobre o valor humano é que somos valiosos aos olhos de Deus(Gn 1.26-28; Sl 8.4,5; Jo 3.16)

Como Evitar

a) Através da Bíblia – ensino sobre o valor do ser humano, o perdão, o orgulho e a importância de amar a si mesmo (Deus + Homem = pessoa completa)
b) Através da igreja – consciência de ser um membro aceito e valioso de um grupo (1Co 12.4-25)
c) Através de um boa orientação familiar – como construir um lar cristão cheio de amor e aceitação

5. Vinganças

Conhecendo alguns conceitos
a) consiste na retaliação contra uma pessoa ou grupo em resposta a algo que foi percebido ou sentido como prejudicial.

Conhecendo as causas

a) Deixar-se levar pelos pensamentos malignos (Ec 11.10;
b) Quando somos feridos, abusados, ou insultados a reação da "carne" (a natureza caída) é revidar. Nós maquinamos revanche, ou nos afundamos em amargura. Isto é "humano".
c) Em geral tem um objetivo mais destrutivo do que construtivo.

Conseqüências

a) Provoca o caos na sociedade
b) Um outro impedimento ao perdão é que a amargura, a vingança, o ódio, etc. tem um apelo um tanto pervertido

Entendimento Bíblico

a) Exercer o domínio sobre o mal com as armas espirituais (2Co 10.4,5)
b) A vingança é do Senhor (Rm 12:19; Pv 24.17; Mt 5.44-48; 1Co 1.25; Ef 4.26-31)
c) Certamente Deus tem mais poder de lançar ira sobre os nossos inimigos do que nós temos, e certamente Ele vê o mal que nos é feito.
d) Avaliemos o "custo" de deixarmos Deus lidar com nossos "inimigos". Ele pode abençoá-los, prosperá- los, e salvar suas almas eternamente - ao invés de matá-los com um raio. (Hb 8.12; Is 43.25; Lc 17.3-5)

Como Evitar

a) Ter domínio próprio (2Tm 2.24; Rm 12.21;
b) Devemos parar e deixar Ele tomar conta do problema.
c) Exercer o perdão (Mt 6.12-15,37; Mc 11.25; 1Jo 2.9

CONCLUSÃO

Espero ter contribuído para um melhor entendimento dos temas propostos nesta palestra. E que não fique só neste debate, mais que outros sejam realizados a fim de difundir a importância dos temas.

BIBLIOGRAFIA
COLLINS, Gary R. Aconselhamento Cristão. 1ª Edição, Editora Vida Nova, São Paulo, 2003.
CHAMPLIN, Ph. D. Russell Norman. Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia, 5ª Edição, São Paulo, Editora Hagnos, 2001.
CHAMPLIN, Ph. D. Russell Norman. O Novo Testamento Interpretado, 1ª Edição, São Paulo, Editora Candeia, 1995.
BOYER, O. S. Pequena Enciclopédia Bíblica. Vigésima Segunda Impressão, Editora Vida, São Paulo, 1995.
http://www.monergismo.com/textos/sexualidade/pornografia2_augustus.htm
http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adorador

terça-feira, novembro 14, 2006

ADORAÇÃO E LOUVOR

Sl 19.1
INTRODUÇÃO
Este é um Salmo de ação de graças e louvor. Trata de um hino a Deus como o Criador da natureza e o doador da Lei.


I. ENTENDENDO A ADORAÇÃO E O LOUVOR ESPIRITUAL
1. Adoração – lit. “Prostrar-se”, Abodah (heb), Adoratio (lat), reverenciar, cultuar, atribuir valor, venerar
a) O homem foi criado com a capacidade de adorar a Deus(Gn 3.8)
b) A queda rompeu a comunhão e o senso de adoração foi desviado(Rm 5.12)
c) Deus providenciou um meio através de seu Filho amado (1Co 15.21)
2. Louvor – lit. “Barulho”, Heb. “halal” ,Glorificação, exaltação, cânticos (é uma forma de adoração)
a) O Louvor tem que ser dirigido única e exclusivamente a Deus.
b) Deve partir de um coração plenamente consciente de sua condição diante de um Deus supremo, perfeito e santo. Não há adoração sem humildade e consagração.
c) Toda arte, técnica e gosto humanos tem que estar absolutamente consagrados, para que possam ser apresentados diante de um Deus supremo, perfeito e santo.
3. Adorando e louvando por meio da Música
a) Música - É a arte de combinar agradavelmente os sons.
b) Era conhecida desde a antiguidade. Jubal foi o antepassado de todos os músicos que tocam harpa e flauta, Gn 4.21.
c) Usava-se música para várias finalidades – Guerras, vitórias, festas, casamentos (Ex 15.1,20; Jz 5; Jr 7.34; 1 Cr 6.31-48; Am 6.5).
d) Havia vários tipos de instrumentos: Cordas - harpa, lira, saltério. Sopro - flauta, gaita, órgão, trombeta. Chifre - buzina ou corneta. Percussão - adufe, símbolo, cítara, pandeiro, tambor, tamboril.
e) A Música sempre foi importante e teve o seu lugar nos cultos e na vida dos fiéis, tanto na forma instrumental como na vocal, seja uníssona ou em conjunto.
f) Deus, desde os primórdios, separou um povo exclusivo para louvar: os levitas (Nm 1.50; 3.6,7; 1Cr 23.30) e hoje não é diferente.


II. PRATICANDO A ADORAÇÃO E O LOUVOR ESPIRITUAL

1. O povo (Jo 4.23)
a) O adorador busca constantemente ser como criança.
b) Entendendo o ensino de Jesus, vemos que as crianças:
- são totalmente dependentes; (Jo 17.1,2)
- se alimentam de uma única fonte; (Jo 17.7,8)
- não se movem por si; (Jo 17.18)
- não se percebem desconectados dos pais. (Jo 17.21,22)
- são ensináveis; (Jo 17.8,9)
- são sensíveis.

2. O Líder dos Levitas
a) Tem uma função pastoral dentro do Grupo.
b) Acompanha a vida de cada um dos seus liderados e tem a função de orar pela vida espiritual do grupo nos seus devocionais.
c) Tem que sentir o chamado de Deus e ser consagrado para estar à frente.
d) Ter responsabilidade ao escolher os músicos de seu grupo e a função que cada um dever ter.
e) Ser o exemplo primordial aos seus liderados. Preparar o material, distribuir funções.

3. O Levita
a) Levita é aquele que trabalha na casa do Senhor (introdutor, zelador, pastor, etc.); os levitas músicos (também chamados de ministros) são os responsáveis pos conduzir a igreja no louvor e adoração, por isso, desses líderes, são requeridos por Deus características, atributos especiais para que possam exercer seu papel conforme os propósitos do Senhor.
b) É responsável - estuda as partituras que lhe for dado constantemente, ouvir novas músicas, orar e jejuar periodicamente;
c) É comprometido - coloca o seu Ministério como prioridade, i.e, deixa agendando todos os ensaios e não é relapso quanto aos horários;
d) É entusiasmado - o mais importante é ser confiante, estudar, aperfeiçoar, buscar, ter forte desejo, sentir vocação própria, e ter força de vontade no Senhor para ser usado por Ele;
e) É humilde - nunca se exibir no instrumento.
f) Tem pleno domínio do seu instrumento - aprimora-se mais e mais na técnica. O músico bem preparado tecnicamente tocará com excelência e será usado plenamente pelo Espírito Santo;
g) Busca o caráter de Cristo - a plena consagração na casa do Senhor;
- buscar estar cheio do Espírito Santo todos os dias.
- sentir que a unção do Espírito está em cada membro do Ministério de Louvor.
h) Leva Deus e sua Palavra a sério.
i) É fiel no dízimo.
j) É submisso – ter consciência de estar submisso a uma autoridade da Igreja. (Rm 13:1-2)


III. RECEBENDO OS BENEFICIOS DA ADORAÇÃO E O LOUVOR ESPIRITUAL

1. Razões para adorar
a) A revelação de Deus – na bíblia(Sl 119.130), na natureza(Sl 19.1-2)
b) A presença de Deus – AT, tabernáculo,(Ex 29.38-46); NT, em Cristo “EMANUEL”, assim podemos conhecê-lo(Gl 4.8,9)
c) O poder de Deus – Deus forte e poderoso(Hb 1.3)
d) A benção de Deus – são abrangentes(Sl 68.19), a maior “comunhão”(Ef 1.3)
e) Salvação(Lc 10.20), renovo(2Co 4.16), santificação(1Ts 5.23), outros...
2. Como adorar
a) Com consciência pura(At 24.16; Hb 10.22)
b) Com cânticos(Cl 3.16), orações(1Tm 2.1), Contribuições(1Co 16.1-4)
c) Empecilhos à adoração – distração(2Co 11.3), atrações do mundo(1Jo 2.15-17)Comportamento errado(1Co 3.1-4), obstinado, pecaminoso, falta de oração,...
3. Orientações finais
a) É importante promover os cânticos congregacionais
c) Saber que o Ministério de louvor e Adoração a Deus exige consagração, responsabilidade, comprometimento e chamado;
d) Entender que Palavra é fundamento sólido para o mover profético na Igreja.
e) Saber que Satanás ataca aqueles que estão no Ministério de Louvor.

CONCLUSÃO
A nossa responsabilidade é levar a Igreja a louvar o Senhor e isso só terá êxito quando o Espírito Santo fluir com liberdade em nós.

sábado, outubro 28, 2006

QUAL É POIS A TUA PETIÇÃO?

INTRODUÇÃO
Podemos chamar a bela e encantadora história de Ester de o “Romance da Providência”. Os acontecimentos se passam entre o capítulo 6 e 7 de Esdras. Aproximadamente não mais de 50.000 dos judeus cativos haviam regressado da Babilônia em conseqüência do edito de Ciro. Muitos nasceram na Babilônia e se haviam estabelecido lá em atividades comerciais; não estavam, pois, interessados em atravessar o deserto e começar tudo de novo na terra de seus pais. Se todos houvessem voltado a Jerusalém, o livro de Ester não teria sido escrito.
I. A REJEIÇÃO DE VASTI (Et 1)
1. A recepção do rei aos nobres e príncipes do seu reino, no palácio de Susã.
a) O rei Assuero desta história era Xerxes, o famoso monarca persa (485-165 a.C.).
b) O banquete era de proporções colossais – durou 180 dias (Et 1.4) mais 7 dias p/ o povo (v.5).
c) Susã era a residência de inverno dos reis da Pérsia. Neemias esteve neste palácio (Ne 1.1), ostentação de grande riqueza e opulência.
d) No meio da orgia o monarca mandou chamar Vasti para exibir a sua beleza – embriaguez, falta de etiqueta, afronta
2. A Atitude de Vasti
a) Recusou-se a comparecer na festa - Isso fez do rei motivo de escárnio.
b) Conclui-se que a festa foi realizada para estudar o plano de uma expedição contra a Grécia, para a qual Xerxes se vinha preparando havia quatro anos.
c) Para se defender, depôs a rainha. (Et 1.12-22.)
d) O recato é o mais belo adorno da mulher, fiel aos ideais de pureza – este adorno deve ser protegido pelo homem.
II. A COROAÇÃO DE ESTER (Et 2)
1. Contexto da coroação
a) O império persa abrangia mais da metade do mundo então conhecido – 127 províncias (1.1)
b) O ataque contra a Grécia, exército 5 milhões de homens, foi marcado por terrível derrota
c) Neste contexto ele se casou com Ester, que foi sua rainha por treze anos
2. Quem era Ester
a) Pequena órfã judia, criada como filha pelo primo Mordecai, foi elevada ao trono persa (2.7)
b) Viveu ainda no reinado de Artaxerxes enteado de Xerxes onde Neemias reconstruiu Jerusalém
c) Foi o casamento de Ester com o monarca persa que deu aos judeus prestígio nessa corte e tornou possível a Neemias reconstruir Jerusalém. (Ne 2.1-8)
d) Abrindo um parêntese, aparece a história de Mordecai salvando a vida do rei (Et 2.21-23).
III. A CONSPIRAÇÃO DE HAMÃ (Et 3 e 4)
1. Surge um conspirador contra Israel
a) Ascendência de certo homem chamado Hamã – era perverso, cujo triunfo foi curto e cuja alegria durou por só um momento (Jó 20.4, 5). Ele se tornou primeiro-ministro do rei. (Et 3.1)
b) Hamã foi o Judas de Israel. Monstro de perversidade na vida do povo escolhido de Deus
c) A grande honra transtornou-o. Encheu-se de vaidade e sentiu-se profundamente humilhado quando alguém não lhe prestou a homenagem que o rei ordenara (Et 3.2)
d) Cheio de orgulho, não pode suportar a indiferença, mesmo do mais insignificante súdito.
2. A Atitude de Mordecai
a) Recusava-se prestar honra a Hamã – a pequena falta foi transformada numa ofensa capital.
b) Mordecai, sendo judeu, não podia prestar honras divinas a um homem
c) Hamã ficou furioso e resolveu promover um massacre de todos os Judeus do reino (Et 3.6)
3. Cena de tristeza e luto
a) Para marcar o dia em que os seus inimigos seriam destruídos, lançou sorte, que recaiu no dia 13 de março, dez meses mais tarde (Et 3.7)
b) Hamã procurou provar ao rei que todos os judeus eram súditos desleais. Ofereceu pagar ao rei um suborno de dez mil talentos de prata, uma verdadeira fortuna (Et 3.9:9).
c) O rei assinou um decreto, determinando que todos os homens, mulheres e crianças da raça judaica fossem mortos e seus bens confiscados.
4. Na adversidade Deus revela seu propósito
a) Os judeus se puseram a jejuar, orar, lamentar deitando-se em pano de saco e cinza (Et 4.1-3).
b) A rainha Ester viu aquilo e perguntou a Mordecai o que era. Ele deu a ela uma cópia do decreto do rei que contava a triste história.
c) O propósito de Deus revelado “E quem sabe se para tal conjuntura como esta é que foste elevada a rainha?” (Et 4.14).
d) Seria bom que cada um de nós parasse e fizesse a si mesmo igual pergunta. Por que Deus me permitiu viver nestes dias? Para fazer o que é reto, talvez tenhamos de arriscar a nossa vida. Precisamos enfrentar a situação e responder: “Se perecer, pereci.” (Et 4.16)
IV. O RISCO DE ESTER (Et 5)
1. Enfrentado o desafio
a) A rainha Ester respondeu ao desafio de Mordecai.
b) Apesar de gozar da opulência do palácio não se deixou levar pelo luxo daquele ambiente.
c) Por amor ao seu povo oprimido, escolheu um modo de agir colocando em risco a vida.
d) Há sempre uma coisa a ser feita – faça o que é certo e deixe o resto com Deus.
e) Deus sempre tem um escape p/as emergências – fracasso não é pecado e sim a infidelidade.
2. O caráter de Ester
a) Não se deixou corromper por sua elevada posição – mesmo sendo rainha de um grande reino, não se esqueceu do homem que a criara desde a infância.
b) Aceitou sua perigosa tarefa, lançou-se a ela com coragem. Era uma atitude ousada, a de ir à presença do rei sem ser chamada. Lembre-se do que ele fez a Vasti.
3. Atitude sábia
a) Quando foi recebida pelo rei soube usar seus recursos. Conhecia a fraqueza do monarca. Convidou-o p/ um banquete (Et 6.1-11).
b) Como Hamã caiu na armadilha? (Et 6.6). No segundo banquete ela pleiteou por sua própria vida. Tinha Hamã em suas mãos.
c) O rei perguntou: QUAL É POIS A TUA PETIÇÃO? Ele concedeu o pedido de Ester. Hamã foi enforcado na mesma forca que havia preparado para Mordecai, e este foi elevado à posição de honra logo abaixo do rei.
d) Desde a antiguidade Satanás procura destruir, primeiro o povo de Deus, os judeus; depois a Igreja, e até mesmo o próprio Cristo.
e) Mas Deus tem frustrado seus planos. Mesmo as portas do inferno não prevalecerão contra a sua Igreja. Deus triunfará! Cristo conquistará a vitória!
V. O LIVRAMENTO DOS JUDEUS (Et 6-10)
1. O triunfo do Povo de Deus
a) O livro termina com a narrativa do estabelecimento da festa de Purim e a elevação de Mordecai ao posto deixado vago por Hamã (Et 10.3).
b) Mordecai tornou-se o segundo homem do império persa.
c) A festa de Purim é celebrada anualmente, inspirada na dramática história de Éster.
2. O Grande livramento
a) Embora tivessem abandonado a Deus, Ele os havia poupado livramento parece ser a nota dominante da história dos judeus.
b) Deus sempre livrou Israel do perigo e da servidão, hoje Ele nos libertará da aflição.
c) Os judeus tinham escapado do extermínio. O propósito de Deus era que fossem preservados a fim de que por eles viesse o Salvador do mundo.
VI. QUALIDADES DE ESTER
1. Ester é uma criatura meiga e atraente.
a) Formosa e modesta (2.15); Cativante (2.9-17; 5.1-3); Obediente (2.10); Humilde (4.16); Corajosa (7.6); Leal e persistente (2.22; 8.1, 2; 7.3, 4)
b) Colocou-se como instrumento de Deus para livrar seu povo (Et 4.16)
2. Exemplo a ser seguido
a) Deus enfrenta as emergências com vidas humanas que Ele remiu e preparou.
b) A oração movimenta a mão que move o mundo. Uma mulher dedicada moveu um monarca.
c) Os que andam com Cristo poderão andar em segurança entre os homens.
3. Aprendendo com Deus
a) Deus tem parte em todos os acontecimentos da vida humana.
b) Deus se fez presente em todos os momentos da história de Israel e da igreja
c) O propósito de Deus com Ester foi evidenciado na ocasião certa.
d) José da prisão sai para ser governador do Egito, Davi de pastor de ovelha para rei em Israel
e) O plano de Deus hoje é que nenhuma alma se perca (2Pe 3.9;Jo 6.39)
CONCLUSÃO
Este livro começa com um banquete de Assuero, príncipe do mundo, e encerra com um banquete de Mordecai, príncipe de Deus. Por algum tempo Hamã é exaltado, mas no fim é Mordecai. Você pode estar vivendo um contexto de aflição mais o banquete de sua vitória acontecerá, pois o triunfo final é do povo de Deus.

segunda-feira, outubro 09, 2006

CONHEÇAMOS E PROSSIGAMOS EM CONHECER O SENHOR

Os 6.3
INTRODUÇÃO
A existência de Deus é um fato incontestável. A Bíblia não se preocupa em provar a existência de Deus, parte do pressuposto que Ele já existe. Deus existe desde a eternidade e ele é a origem de tudo, o que tudo governa e sustenta.
I. MOMENTO HISTÓRICO
1.
Contexto do profeta – o povo precisava conhecer a Deus
a) Profetizou em Israel no reinado de Jeroboão (786-746 a.C) – Isaías
b) Período de grande prosperidade, porém acompanhado de declínio moral e espiritual (fachada)
c) A Palavra de Deus era renegada a segundo plano – afirmavam que toda crença era boa.
2. Conseqüência do pecado no meio do povo
a) Cegueira espiritual (2Co 4.4), negam a existência de Deus (Sl 10.4;14.1)
b) Senhores de si (1Co 8.5)
3. O Deus Verdadeiro
a) "Ele é o único Deus", Dt 6.4, e "fora dele não há outro", Dt 4.35; Is 42.8; 44.6,8. Verdadeiramente "só o Senhor é Deus", 1Rs 18.39.
b) É por isto uma necessidade conhecê-lo e prosseguir em conhecer ao Senhor (Os 6.4; Hb 11.5)
II. EVIDÊNCIAS SOBRE DEUS
1.
Evidências naturais de Deus
a) A crença universal em um ser supremo (At 17.23,27; Rm 1.19)
b) Consciência humana (Gn 1.26) – imagem de Deus (Rm 2.14,15)
c) A criação do mundo (Sl 9.1; Rm 1.20), a Bíblia revela sua existência
2. Revelado através dos atributos de sua Divindade
a) Atributo é uma característica essencial de um ser. Aquilo que lhe é próprio.
b) Deus é vivo(Jr 10.10; SI 115.3-8; 1Ts 1.9; At 14.15; 2Co 6.16)
c) É fonte de vida (Jo 5.26; At 17.25; Jo 17.3; 1Jo 5.20; Jo 1.4)
3. Deus tem personalidade
a) Personalidade é o conjunto de características cognitivas, afetivas, volitivas e físicas de um indivíduo, distinguindo-o de outro indivíduo e da vida animal. (Hb 1.2; Jó 13.8).
4. Deus é eterno (Jr 10.10; Rm 16.26; Gn 21.33; Dt 33.27).
a) Eternidade é o infinito quanto ao tempo. Deus não tem início (SI 90.2; 1Cr 29.10; Hc 1.12; Ap 1.8; Is 41.9).
b) Não esta sujeito ao tempo - Para ele o passado. o presente e o futuro é um eterno presente (Jd v .25; 2Pe 3.8; SI 93.2; 102.27; 1Tm 1.17; Is 57.15,27)
c) É imortal (1 Tm 1.17; 6.16; SI 102.12; Hb 8.23)
d) É imutável (Hb 13.8; SI 102.27; MI 3.6; Tg 1.17; Hb 1.12; 6.17,18; 2 Tm 2.13.)
5. Deus é Espírito (Jo 4.23) – antropopatismo e antropomorfismo
a) Ele não tem corpo de substância material, um corpo com sangue, carne, ele tem um corpo espiritual, (1Co 15.44; Fp 2.6; Hb 1.3; 2Co 4.4; Cl 1.15; Ex 33.20; Nm 12.8; Is 30.27; SI 11.4; 18.24; Is 59.1; SI 8.3-6; Ez 1.27)
b) Deus é imenso - Imensidade é o infinito quanto ao espaço (SI 71.15; 40.5; 139.6,17,18; Jó 11.9; 1Rs 8.27; 2Co 4.17)
c) Deus é invisível ( Rm 1.20; Cl 1.15; Gn 5.9,24; Cl 2.6; 1Ts 4.1; 2Co 5.7).
6. Deus é triuno – Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo
a) Três Pessoas são chamadas "Deus": O Pai é chamado Deus (1Co 8.6; Ef 4.6); O Filho (1Jo 5.20; Is 9.6; Hb 1.8); O Espírito Santo (At 5.3,4).
b) Todos três são Pessoas distintas, com personalidade (Is 44.6; Mc 9.7; Jo 16.13; Jo 14.16)
III. ATRIBUTOS ETERNOS DE DEUS
1. Deus é Onipresente(Jr 23.24: SI 72.19; 1Rs 8.27; Jo 4.24; 2Cr 16.9; At 17.27; Rm 10.6-8)
a) Deus está em todo o lugar (Pv 15.3; SI 33.13; Jr 23.2; 16.17; Am 9.2,3; SI 139.7-10; Ez 9.9; Hb 4.13).
b) Ao nosso lado (Ex 33.14,15); na hora da angústia (SI 46.1; 86.15; Is 63.9; SI 121.1-5), quando reunimos (Ef 1.23); na sua igreja (1Co 3.16; 2Co 6.16)
2. Deus é Onisciente (Sl 139.6; Jó 11.7-9; 42.2).
a) "Deus conhece todas as coisas"(1Jo 3.20; Sl 145.5; Rm 11.35; Jó 41.11; 1Co 4.7).
b) Abrange o passado (Mt 10.26; 1Co 4.5; Lc 8.17; 1Tm 5.24); o presente (2Sm 7.20; Ap 2.13; SI 103.14; At 15.18; Lc 16.15; 1Cr 28.9; Sl 44.21; Sl 139.1-4; Pv 5.21; Jó 34.21; Mt 10.30; Mt 6.22; Lc 12.30; Is 40.26; SI 147; Lc 12.6; Mt 10.29); o futuro (At 2.23; Ap 13.8; At 2.23; 1Pe 1.18-20; Ef 3.1-10; Rm 8.29; Ef 1.4,5; 1Pe 1.2; Mc 16.16)
3. Deus é onipotente (Jó 37.2; 36.14; 26.14; 5.9; 9.10)
a) Tem poder ilimitado (Gn 17.1; Gn 18.14; Is 44.24; SI 62.11; Mt 26.64; 19.26; Lc 18.27; 1.37; Jó 42.2).
b) Deus não pode ser impedido por ninguém (Is 43.13; 14.27; Jó 11.10; Pv 21.30; Rm 9.18; Sl 135.6; 115.3; Na 1.3-6; Ex 14.22; Js 3.13; 2Rs 6.1-6; Js 10.13; Dn 6.22,27; Jn 1.4.15)
c) Deus é poderoso para cumprir as suas promessas(Rm 4.21) - respeita o livre arbítrio do homem (Ap 22.17; 1Pe 5.6).
4. Deus é verdade (Jr 10.10; Dt 32.4; Sl 31.5; 1Jo 5.20; Jo 17.3; Jo 14.6; Jo 16.13; 1Jo 5.6).
a) Fonte de verdade (SI 31.5; SI 119.160; Rm 3.4; 1Jo 1.5; 2Tm 2.13; Hb 6.18), para sempre (SI 117.2; 146.6; Sl 100.5; Mt 5.18; Nm 23.20; Is 40.8; Mt 24.35).
b) É fiel (1Co 1.9; 1Jo 1.9; 2Ts 3.:3; 1Co 10.13; Hb 10.23; 2Co 1.18-20; 1Pe 4.19; SI 36.5; 91.4).
5. Deus é santo (SI 99.3; SI 89.18; Is 1.4; Is 57.15; SI 111.9).
a) Substância da sua própria natureza (1Pe 1.16; Lv 19.2; 20.7: SI 99.6,9; 1Jo 1.5; Ex 15.10; SI 29.2; 96.8,9; Lc 1.3; 1Jo 2.20; Ap 3.7; Ef 4.30; Is 6.3; Ap 4.8).
b) Alcança o homem (1Pe 1.16; Hb 12.28; Dt 32.4; Rm 10.2; Hb 1.9; Hc 1.13; Is 59.2)
c) Expressasse por sua justiça (Rm 1.17; 10.3; Jo 17.25; SI 116.11; 2 Tm 4.8; Dt 1.17).
6. Deus é amor (Ef 2.4; 2Ts 2.16; 2Co 9,7; 1Jo 4.8,16; 2Co 13.11,13; Ef 3.19; Rm 15.30; Jo 17.23; Mt 3.17; Jó 5.9; 9.10; SI 139.17,18; Is 49.15).
a) Para com os pecadores (Jo 3.16; 1Jo 4.19; Ef 2.4; Rm 5.8; Hb 1.8)
b) O alto preço de seu sacrifício (Ef 2.4; 1Co 6.20; 1Tm 2.5,6; 2Co 5.21; 1Pe 3.18).
c) Sua graça – favor imerecido(2Co 6.1; 8.1; Gl 2.21; 2Tm 1.9; 2Co 8.9; Tt 2.11; Rm 5.18; Rm 5.20; 2Co 9.15).
d) Sua misericórdia (2Co 1.3; Ef 2.4; Tt 3.5; 1Pe 1.3; 1Pe 3.20; Rm 2.4).
IV. CONHECENDO DEUS DE PERTO
1.
O ponto estratégico – Comunhão, intimidade, entrega(Fp 3.7-11).
a) Se conhecermos à Deus, poderemos entender melhor como viver (1Jo 4.16,19; Sl 13)
b) Tudo na vida emana do conhecimento de Deus – é necessário nascer de novo (Jo 3.3)
c) A atitude parte do homem (Tg 4.8) - chegar-se a Deus
2. Benefícios de conhecer a Deus (Dn 11.32)
a) Confiança(Dn 3.17); Segurança (Sl 46.1-3); Sabedoria (Ef 1.7;Pv 9.10); Ordem (2Pe 1.2-3); Fruto Espiritual (Cl 1.9-10), crescimento/maturidade(2Pe 3.18;Ef 4.13),
CONCLUSÃOApenas pessoas famintas O conhecem. Se você não sente fome, é sinal que está espiritualmente desnutrido. Onde começar? Isto é fácil – Fique perto do Alimento.

sexta-feira, setembro 15, 2006

AVIVA O SENHOR A TUA OBRA!

Hc 3.2
INTRODUÇÃO
Este texto tem como propósito incentivar os crentes em tempos de adversidade. O povo de Judá se inclinava para a violência e para a injustiça. Trata-se de uma expressão de fé.
I. PRECISANDO DO AVIVAMENTO
1. Contexto Histórico
a) Período que antecede a invasão de Judá pela Babilônia (caldeus) – 605 a.C
b) Judá ficou à mercê dos caldeus e foi finalmente levado em cativeiro, em 586 A. C.
c) Contemporâneo de Jeremias (627-586 A. C.) - Época dura cheia de sofrimentos
2. Motivos que induziam a escravidão – (Hc 1.3-4)
a) Carnalidade, frieza, indiferença, mundanismo, descaso e relaxamento espiritual;
b) Distração (2Co 11.3), atrações do mundo (1Jo 2.15-17), comportamento errado(1Co 3.1-4), obstinado, pecaminoso, falta de oração,...
c) Privados da presença de Deus - Não são os incrédulos e sim os crentes de vida irregular
d) Ação do inimigo – os caldeus nação que puniria a Judá (Hc 1.6-11)
3. Diálogo do profeta com Deus
a) Primeira Queixa (1.2-4) - Por que os pecados do povo de Deus não são punidos?
b) Resposta de Deus (1.5-11) - Estou prestes a punir: os caldeus são Meus instrumentos.
c) Segunda Queixa (1.12-2.1) - Como um Deus santo pode usar um instrumento profano?
d) Resposta de Deus (2.2-4) - A insolência também será punida e a fé paciente será recompensada. Apesar de ser um instrumento p/ o momento não escaparia do juízo divino.
e) Os cinco “ais” (2.5-20) - Contra a agressão, a altivez, a violência, a desumanidade e a idolatria.
f) Visão de Julgamento (3.1-19) - inclui atitudes de temor reverente, respeito, fé, oração,...
II. ALCANÇANDO O AVIVAMENTO
1. Atitudes do Profeta (Hc 3.2)
a) Admira-se dos feitos realizados pelo Senhor anteriormente – Anseia que se realize no presente
b) Desejava uma intervenção divina em favor de si mesmo e do seu povo – toque divino
c) Quando as coisas fogem do controle – precisamos da ajuda do controle divino
2. Fatores negativos
a) Fanatismo, meninice, manifestações estranhas, espiritualidade falsa (manipulada)
b) Animação de púlpito – sensacionalismos, técnicas psicológicas que provoca emocionalismo
c) Se não glorificar a Jesus Cristo e não produzir mudança de vida - não é do Espírito de Deus.
3. Fatores positivos
a) Avivamento espiritual é uma intervenção divina na vida da igreja, onde e quando Deus quer, em resposta ao clamor do seu povo. Tem que estar fundamentado na Palavra de Deus.
b) O centro do avivamento deve ser Cristo e não uma manifestação espiritual exterior;
c) Vem acompanhado de oração em busca de avivamento – canaliza na direção certa (Jr 29.13).
e) Procure ser sensível ao Espírito Santo – convicção de que vem de Dele.
III. PERMANECENDO NO AVIVAMENTO
1. Reação do inimigo
a) Avivamento desperta a ação do inimigo - Alerta “Nossa luta não é...” (Ef. 6.12)
b) Na tribulação/oposição – buscar a Deus em oração é a única saída (1Sm 7.8)
2. Passos para uma vida avivada
a) Planos/programas humanos - falhos
b) Obra do Espírito Santo - aproximação/arrependimento/confissão (Ef 4.30)
c) Quebrantamento de corações - derramamento de espírito
d) Desejo de santificação - lançar fora as impurezas/renúncia/oração/jejum (2Co 4.16)
e) Buscar ao Senhor sinceramente - reencontro/entrega total/retidão (At 4.31; Mt 14.23; Lc 5.16)
f) Vem da vontade soberana de Deus - renovação espiritual
3. Benefícios de uma vida avivada
a) Crente avivado não perde o ânimo, prossegue p/ o alvo que é Cristo (Hb 12.2) – quem para e volta é um campo fértil para satanás (Ef 5.14; Mq 2.10; 1 Rs 19.7; Hb 10.38)
c) Crente avivado esta sempre se purificando – (Rm 12.1-2)
CONCLUSÃO
Devemos estar em constante avivamento, buscando a presença de Deus para alcançarmos a vitória. (Rm 13.11)

domingo, setembro 10, 2006

NOME PODEROSO DE JESUS

Fp 2.1-11
INTRODUÇÃO
Paulo neste texto cita o supremo exemplo da auto-renuncia, onde Cristo em sua encarnação e morte atendeu o apelo de uma vida altruísta e sacrifical.
I. UM APELO À EXPERIÊNCIA DE CRISTO (2.1-4)
1.
O perigo da auto-exaltação - erro de satanás e de tantos outros homens na história
a) A vida Cristã inclui a necessidade de nos esquecermos de nós mesmo(v.4)
b) A perversidade do coração leva a arrogância, orgulho e egoísmo - "eu"
c) Esta é a maldição da humanidade inteira - secularismo, auto-exaltação
2. A humildade segundo exemplo de Cristo
a) Estes versículos contradizem “as atitudes humanas normais - conclama a humildade (v.3)”.
b) Amor, comunhão, compaixão...(vv.1-2) qualidades da vida espiritual promovida pelo Espírito Santo
c) Não basta proferir por lábios e sim com atitudes - Cristo pregou e deu exemplo
3. A humildade de Cristo o levou a suprema exaltação (Hb 1.9)
a) A humanidade de Cristo - natureza verdadeira (Jo 1.14;Mt 16.13,16)
b) Teve dores, fome, sede, cansaço, sofreu, morreu - vida de um homem normal(Lc 2.40,52;Mt 4.1;21.18;Jo 4.6,7;11.35)
c) Foi humilhado por ter assumido a forma humana, porém exaltado por ter completado com êxito sua missão como homem, e não por que era divino
II. HUMILDADE E ENCARNAÇÃO DE CRISTO (2.5-11)
1.
O mesmo exemplo que houve em Cristo(v.5) - a força do exemplo
a) Cristo demonstrou interesse pelos outros, a ponto de sofrer barbáries no servir
b) Sendo Deus não se valeu desta qualidade, para glória própria
2. Subsistindo em forma de Deus, não considerou ser igual a Deus (v.6)
a) Fala da preexistência de Cristo (Jo 1.1) - subsistindo = sendo / tinha a forma de Deus(Hb 1.3)
b) Ao encarnar assumiu uma posição subordinada, sendo obediente a sua missão(Hb 5.8), dentro da mente e dos planos de Deus Pai
3. "Esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo..." (v.7)
a) Cristo se identificou totalmente conosco, para que o inverso fosse verdadeiro (Hb 2.10)
b) Em sua encarnação se autolimitou, tendo a capacitação dada pelo Espírito Santo, mostrando o caminho para o poder Divino (Jo 14.12). Como "Logos" ele sempre foi perfeito
c) Aprendeu certas coisas por meio daquilo que sofreu, como homem foi aperfeiçoado (Hb 5.9)
d) Embora nunca houvesse pecado, tomou sobre si nosso próprio tipo de natureza (Rm 8.3)
e) Seu presente ofício de mediador exigia que ele se identificasse conosco(Hb 2.17)
f) Ninguém é inferior a escravo - não tem vontade própria, direitos, proteção, descanso,...
4. "..., humilhou-se a si mesmo,...." (v.8)
a) Servidão a obediência absoluta - crucificação reservada a escravos e piores criminosos
b) Mostra a voluntariedade de Cristo e se submeter a esta condição - Deus se deu eternamente a si mesmo por nós
5. "..., Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome;" (v.9)
a) A exaltação ocorreu por causa da missão terrena bem sucedida - amou a retidão e odiou a iniqüidade
b) É um absurdo um homem exaltar-se a si mesmo, pois a verdadeira exaltação vem pela humildade (Mt 23.12;Lc 14.11;18.14;1Pe 5.6;Sl 8.6;10.1,7)
c) Cristo, seu ser, sua natureza, atributos, é a maior autoridade superior a todos os nomes
6. "..., ao nome de Jesus se dobre todo o joelho...." (v.10)
a) Todos os poderes tantos nos céus quanto na terra sujeitos ao senhorio de Cristo(Ef 1.21)
b) O poder de Cristo atinge todas as regiões: a celestial, a terrena e a do mundo inferior
c) Dobrar o joelho é adorá-lo nessa esfera de autoridade, prestar honra ao seu nome
7. ": e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai" (v.11)
a) Confessar abertamente com gratidão - não por seres forçados, mais por atitude voluntária
b) Somente a confissão de Jesus como Senhor, e a aceitação deste fato de todo o coração, na forma de entrega da alma aos seus cuidados, pode levar alguém a salvação
c) "para a glória de Deus Pai" - essa é a principal finalidade da existência dos homens(Ef 1.14)
III. SEGUINDO O EXEMPLO DE CRISTO
1. O que ocorre ao Cabeça, necessariamente ocorrerá ao corpo místico
a) A identificação com Cristo é completa e eterna - deve ser buscada (Ef 4.13)
b) Cristo venceu e foi exaltado - Ele deseja o mesmo para nós
2. Devemos cultivar a disposição que houve em Cristo
a) Sendo divino, assumiu forma de escravo para servir ao homem - levado a morte de cruz
b) Nossa glorificação futura será pelo serviço que fazemos aos outros e não a nós mesmos.
3. A exaltação dos escolhidos
a) Os filhos chegaram a possuir a natureza divina (2Pe 1.4), bem como seus atributos (Ef 3.19)
CONCLUSÃO
O propósito desta passagem é ilustrar a necessidade de humildade e harmonia no seio da comunidade cristã."Bem-aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança" (Mt 5.5)

quarta-feira, setembro 06, 2006

PAIXÃO PELAS ALMAS


INTRODUÇÃO
Este texto visa apresentar um breve resumo dos capítulos 5 e 6 do livro “Paixão pelas Almas”, de Oswald Smith, abordando os principais pontos.

I. CONVICÇÃO DE PECADO (Cap. 5)
É um dos elementos vitais que sempre ocupou lugar de preeminência nos reavivamentos espirituais do passado, porém ausente hoje.
1. Pontos importantes
a) A genuína convicção do pecado elimina a necessidade de exortar, de repreender, de incentivar, de instar ou de pressionar na força da carne
b) A genuína convicção do pecado faz o pecador dobrar-se, humilhar-se e inquietar-se diante da realidade de sua situação
c) As campanhas de evangelização apelam para que o povo aceite a Cristo – bom seria se fosse o contrário
d) Homens olham a salvação com frieza(imparciais/sem comoção) e formalidade, isto é, como se fosse um negócio ou um favor a Deus – nenhum sinal de arrependimento, contrição e coração quebrantado
e) A convicção do pecado leva a uma autêntica conversão
f) Para a produção de frutos o terreno tem que estar preparado – o Espírito Santo tem que cumprir sua parte(Jo 16.8)
g) Existência de um evangelho que exclui a convicção do pecado e o arrependimento do plano da salvação – requer apenas um assentimento intelectual ante a culpa e o pecado
h) Conversões superficiais e falsas promovem um testemunho negativo – incoerência com a fé(mundanismo/pecado)
i) A passividade da igreja ante ao mundanismo/pecado leva a falsas conversões e a uma igreja sem a manifestação do poder de Deus
j) O clamor por salvação brota quando se reconhece a necessidade de ser ajudado – em caso de vida ou morte o importante é ser salvo
k) A falta de convicção frusta a obra de evangelização
l) Uma eternidade só é desfrutada mediante uma libertação total e permanente – o importante não é só levantar a mão e sim permanecer firme
m) A Palavra de Deus proclamada no poder e na unção do Espírito Santo queima, despedaça e trespassa a alma do pecador, gera uma convulsão no pecador
2. Comentárioa) Todo o reavivamento inclui a convicção de pecado por parte da igreja
b) A adoração a Deus requer um coração convertido
c) A conversão deriva da convicção

II. OBSTÁCULOS AO REAVIVAMENTO (Cap. 6)
O principal obstáculo que pode bloquear o canal de bênçãos e frustar o poder de Deus é o pecado.
1. Pontos importantes
a) O pecado é a grande barreira que impede a atuação do Espírito Santo e o reavivamento espiritual(Sl 66.18;Is 59.1,2)
b) Deus não operará enquanto houver iniquidade(2Cr 7.14) – o pecado tem que ser totalmente abandonado
c) O pecado é uma ilegalidade contra Deus
d) O remorso não é a verdadeira tristeza que conduz ao arrependimento
e) Só Deus é poderoso para nos proporcionar um coração contrito e quebrantado, bem como a tristeza que resulta em confissão e abandono do pecado(Sl 51.17;Pv 28.13;Je 3.13)
f) Ante ao não reavivamento a primeira coisa a fazer é descobrir os nossos pecados, para rogar movidos pela fé e grande expectativa as chuvas de bênçãos
g) As perguntas abaixo nos leva a reconhecer se somos culpados
· Tenho perdoado a todos?
· Fico irado?
· Há algum resquício de inveja em mim?
· Perco a paciência e fico irritado?
· Sinto-me ofendido com facilidade?
· Há algum orgulho em meu coração?
· Tenho sido desonesto?
· Tenho sido bisbilhoteiro?
· Critico os outros sem amor, com violência e perversamente?
· Roubo a Deus?
· Sou mundano?
· Tenho furtado?
· Cultivo um a atitude amargura contra os outros?
· Minha vida se caracteriza pela frivolidade?
· Tenho enganado e não restituído?
· Mostro-me preocupado ou ansioso?
· Tenho pensamentos sensuais?
· Sou verdadeiro no que digo?
· Sou incrédulo?
· Sou negligente na oração e na Palavra de Deus?
· Tenho deixado de confessar a Cristo?
· Sinto-me responsável pelas almas?
· Perdi o meu primeiro amor?
h) Estes elementos influem em nossa dedicação à obra de Deus
i) Devemos ser honestos e reconhecermos nossas falhas
j) Existência de sermões que não geram transformações
k) A Palavra ministrada com unção trás resultados palpáveis
2. Comentário
a) Só depois da confissão e da restituição, só depois do terreno bruto ter sido arado, só de o pecado ter sido confessado e reconhecido é que o Espírito Santo desce sobre as pessoas.
b) Não havendo pecado o reavivamento espiritual se alastra sobre a igreja
c) O pecado inibe a operação de Deus
d) Tão logo o obstáculo do pecado tenha sido removido, Deus desce em poderoso reavivamento espiritual.

CONCLUSÃO
A convicção do pecado e a eliminação dele de nossas vidas gera um ambiente para o Espírito Santo agir e produzir um reavivamento espiritual. Procuremos servir a Deus em santidade levando almas ao Seu Reino.

BIBLIOGRAFIA
SMITH. Oswald. Paixão pelas Almas. Editora Vida, 27ª Edição, 5ª Impressão, São Paulo-SP, 2002.

segunda-feira, setembro 04, 2006

MÉTODOS DE ESTUDO DA BÍBLIA

ROTEIRO DA AULA
2Tm 2.15
INTRODUÇÃO
O escopo deste texto é expor os três passos do EBI. “Devemos aprender a arte de mastigar e para de sugar mamadeiras.” O aluno deve ser levado a aprender a retirar do texto as verdades bíblicas. Experimente coisas novas. Os métodos são destinados a ajudá-lo, não a escravizá-lo. Ponha de lado o que não funciona. O do EB é determinar a idéia do escritor no tempo em que escreveu o texto, e aplicar esta verdade à sua vida.
1.º PASSO – OBSERVAÇÃO
I.
Observação - “O que vejo ?”
1. Meta - alcançar 04 coisas: Termos, Estrutura, Forma Literária e Atmosfera
2. Comece com um versículo. Observe: termos, personagens, estrutura atmosfera, contexto
II. Como aumentar seu poder de Observação
1. Você deve aprender a ler: melhor e rápido
III. Dez estratégias para uma leitura de primeira ordem:
1. Leia com atenção ; 2. Leia repetidamente; 3. Leia pacientemente; 4. Leia seletivamente; 5. Leia com oração; 6. Leia imaginativamente; 7. Leia meditativamente; 8. Leia com propósito; 9. Leia aquisitivamente;10. Leia telescopicamente
IV. Seis coisas a se procurar
1. Coisas que são enfatizadas; 2. Coisas que são repetidas; 3. Coisas que são relacionadas; 4. Coisas que são semelhantes; 5. Coisas que são diferentes; 6. Coisas que são da vida real
V. Outras considerações
1. Trabalhe com um parágrafo; 2. Considere o quadro geral; 3. Resuma suas observações:
2.º PASSO – INTERPRETAÇÃO
I. Interpretação - “O que Significa?”
1. O valor da interpretação: ter as Escrituras não pressupõe entendê-la.
2. Manuseie com cuidado: riscos a se evitar: má leitura, distorção, subjetivismo do texto, etc
3. Que tipo de literatura é esta? – gêneros bíblicos (gêneros literário que Deus na Escritura)
II. Cinco chaves para a Interpretação – Conteúdo, Contexto, Comparação, Cultura, Consulta
III. Outras considerações
1. Chegando a um acordo – Pesquise termos bíblicos para discernir seu significado:
2. Entendendo o sentido figurado – Sentido literal (aceitação da linguagem em seu uso normal).
3. Junte as partes – investigue termos, adquira visão pela consulta, identifique a vontade de Deus
4. Enfoque dado por alguns autores:
a) Antonia Leonora Van Der Meer: Analise o significado das palavras e frase chave
b) João Pedro Gonçalves Araújo: A interpretação pode requerer recursos extratextuais.
3.º PASSO – APLICAÇÃO
I. Aplicação - “Como funciona?”
1. O valor da aplicação: A verdade atraente é a verdade aplicada
II. Quatro passos na aplicação – Conheça, Relacione, Medite, Pratique
IV. Outras considerações
1. Perguntas a se fazer: Há um exemplo a ser seguido? Há um pecado a se evitar? Há uma promessa a ser reivindicar? Há uma oração a se repetir? Há um mandamento a se obedecer? etc.
2. Como fazer a conexão – Comece pelo contexto;
3. Princípios – é uma declaração sucinta de uma verdade universal; indicar um curso de ação.
4. Processo de mudança de vida – decida mudar, estabeleça um plano, Vá até o fim
5. Sugestões para se iniciar – estabeleça um programa de estudo bíblico pessoal: determine objetivos, prioridades e horário.
CONCLUSÃO
Ao longo dos séculos, a Bíblia tem sofrido mais na boca dos seus expositores do que nas mãos dos seus opositores. O estudo profundo das Escrituras transforma vidas. Use o EIB!!!
BIBLIOGRAFIA
HENDRICKS, Howard G. & HENDRICKS, William D. Vivendo na Palavra. Editora Batista Regular, 3ª Edição, São Paulo, 1998.

terça-feira, agosto 22, 2006

O LAVA-PÉS

Jo 13.1-20
INTRODUÇÃO
Vivemos época de isolamento, indiferença, apatia espiritual, falta de compromisso ministerial, este texto nos move a meditar sobre nossa conduta para com Deus e nossos semelhantes.

I. O CENÁRIO (vv. 1-3)
1.
O lugar
a) O ágape (festa do amor) incluía: o banquete, o lava-pés e a comunhão(pão e vinho)
b) O amor de Jesus chegou ao extremo do sacrifício pessoal
2. Participantes
a) Jesus e os discípulos, dentre eles Judas o que o traia
b) O amor de Jesus contrasta com o ódio de Satanás e Judas

II. A ATITUDE DE JESUS (vv. 4-11)
1.
O lava-pés dos convivas
a) Deveres da hospitalidade, sinal de higiene, respeito e afeto ao hóspede (uso de sandálias);
b) Era uma cerimônia que ocorria antes do começo da festa; efetuado pelos escravos e não pelo anfitrião;
c) Na falta do escravo a tarefa era realizada pelo mais humilde do grupo festivo e não pelo de maior honra
d) Era costume retirar a veste mais externa e cingir-se com uma toalha em torno da cintura para efetuar o serviço
2. Fato inusitado
a) A festa já havia se iniciado, mas não havia servo, o material para o lava-pés estava ali (Lc 22.10)
b) Nenhum discípulo de prontificou - orgulhos, indiferente a situação, preocupados em saber quem era o maior (Lc 22.24)
c) Jesus não fugiu a humilde tarefa - aproveitou p/ transmitir um ensino muito peculiar
3. Pedro recusa aceitar de Cristo tal serviço - a atitude de Cristo o chocou, ignorância espiritual.
a) Existem situações que não compreendemos no início, porém tudo tem uma razão - muitos iguais a Pedro rejeitam os benefícios que só vem através de Cristo;
b) Se recusar a lavagem de seus pés foi uma atitude equivalente a rejeitar a Jesus e a seus benefícios - Pedro queria agora uma lavagem completa (v.9), continuava sem entender...
c) Insensibilidade quanto a verdade divina - a nossa comunhão com Cristo é gerada na confiança que temos nEle
4. O que Cristo queria transmitir
a) Estava embutido o sentido espiritual não ser lavado por Cristo é estar impuro
b) O ato era simbólico da purificação interior "santificação" - com a presença do Espírito Santo
c) A purificação física - a lavagem da regeneração torna a pessoa limpa a vista de Deus
5. A diferença entre lavar-se por completo e lavar apenas os pés(v. 10)
a) O lavar-se por completo os discípulos já tinham recebido quando aceitaram de forma verdadeira o convite do Mestre - purificação da alma
b) O lavar os pés leva-nos a uma santificação diária devido ao contato natural com as coisas
c) Estais limpos mas não todos(v. 10b) - refere-se a Judas, Jesus conhecia seu coração e planos
e) Judas recebeu o lava-pés, porém não era um homem regenerado, faltava a verdadeira lavagem da alma, a autêntica regeneração espiritual

III. EXEMPLO TRANSMITIDO (vv. 12-20)
1.
O exemplo e a explicação
a) Compreendeis o que vos fiz?(v. 12b) - o caráter de Cristo precisa se desenvolvido em nossa vida
b) O ato em termos humanos demonstrava a atitude que os discípulos deveriam ter uns para com os outros(vv. 14,15);
c) Se o Mestre realizou tal tarefa imagine o discípulo (não basta saber o importante é seguir) - humildade não é abnegação e sim desinteresse próprio em favor dos outros
d) O ato de não fazer nos coloca acima dEle(v. 16) - bem-aventurados (v. 17)
d) Jesus estava ensinando uma profunda lição de amor, unidade, eliminando as rivalidades
2. Alcance do exemplo
a) A lição de humildade entre os crentes se destaca, porém a mensagem se aprofunda atingindo a verdadeira santificação
b) O crente deve estar totalmente transformado em sua natureza moral para executar tal tarefa - lavar o pé do traidor
3. Necessidade da humildade
a) ela é necessária no serviço de Deus(Mq 6.8)
b) Cristo é o exemplo supremo da humildade(Fp 2.5-8)
c) Precisa ser uma característica dos santos(Sl 34.2)
d) Empresta grandeza espiritual(Mt 18.4)

CONCLUSÃO
Este rito simboliza o serviço mútuo, o cumprimento da lei do amor, que nos sirva de exmplo no tratamento com o nosso semelhante.