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quinta-feira, junho 30, 2011

DEUS, ONDE ESTÁS?


(Sl 23.1)
Introdução
Por que Deus permite que eu sofra? Posso confiar em alguém que parece me ignorar?

1. Ele realmente está no controle?
a) Em momentos de descontroles indagamos sobre a existência de Deus
b) Uma enfermidade, um desemprego, uma crise conjugal, financeira ou eclesiástica.
c) O tempo e a região que Deus habita são diferentes da nossa (Is 55.8,9)

2. Ele é um Deus de contraste
a) Pensamos em ressuscitar sonhos e Ele os mortos
b) Preocupamos com o corpo e Ele com a alma
c) Corremos da dor em procura da paz, mas Ele usa a dor para nos trazer a paz
d) Pensamos em viver antes de morrer, mas Ele quer que morramos para poder viver
e) Almejamos o que enferruja e Ele o que dura
f) Ficamos felizes com o sucesso e Ele com nossas confissões
g) Usamos como referências pessoas ricas e de sucesso Ele usa seu filho o “Carpinteiro”

3. Ele é soberano (Sl 19.1-4)
a) Seu projeto e agenda diferem dos nossos
b) Sua majestade é contemplada no universo de coisas criadas (2Cr 2.6)
c) O que me influência não o controla
- o que é o engarrafamento para o pássaro o uma formiga para um elefante;
d) O nosso impossível para Ele é possibilidade (Mt 19.26)
- o que estimula o coração de Deus é uma oração com convicção;
- mesmo a deriva acreditar num porto seguro;

Conclusão
Deus está no controle. “Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.” (Sl 37.5)

segunda-feira, maio 30, 2011

QUANDO A TEMPESTADE VEM


Sl 11.3,4

Introdução
O que fazer quando nossa realidade parece virar pó. Os conceitos se desmoronam. A fé e a esperança se esvaem. O que pode fazer o cristão quando o que construiu está sendo destruído, levado e/ou abalado. Deus não muda por causa de nossas aflições.

1. Ele não recua
a) Não se espanta com nossos problemas
b) Ele está no seu alto e sublime trono

2. O físico e o material podem ruir
a) O opróbrio e o monturo são materiais para sua obra prima
b) Ele é especialista em transformar “o que não é” em coisas que “são”
- da tristeza a alegria, do destroço a perfeição, do monturo a realeza
- José escravo a governador; Moisés de pastor no deserto a líder de Israel; Daniel de prisioneiro a conselheiro do rei;

3. Ele ainda está no seu Templo
a) Deus continua sendo o Soberano
b) Na aflição nossos olhos materiais não enxergam a providência divina
- muitos desiludiram ao ver o Cristo pregado na cruz, mais ao terceiro dia Ele ressuscitou;

Conclusão
O Deus que fez milagres nessas situações difíceis pode mudar sua vida também. As turbulências podem abalar nossa estrutura, contudo Deus permanece fiel naquilo que nos prometeu.

segunda-feira, dezembro 31, 2007

NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA


Gn 1.1

INTRODUÇÃO
Em hebraico: "Bereshith Bara Elohim et hashamaim veet ha’eretz". Homens tem tentado descobrir a origem de tudo. Quem criou? Ele existia ou teve um início? A Bíblia nos responde com clareza e aponta Deus como o Criador.



I. O TEMPO
1. No princípio (Bereshith) – O princípio é real
2. Temos que estrapolar o limite temporal que vivemos – encontramos a etenidade insondável
3. Não temos como datar – trata de um instante qualquer entre a eternidade e o tempo.


II. O ATO DE CRIAR
1. A palavra bara’ é usada somente para indicar a ação de Deus ao iniciar algo ou um projeto;
2. Siginifica criou, i.e, criar do nada, ou criar algo completamente novo, sem precedentes.
3. A ciência esbarra no “instante zero” – nos cristãos pelo caminho da fé (Hb 11.3) temos convicção de que foi Deus que deu início a tudo.


III. O CRIADOR
1. Deus (Elohim)
2. Elohim (plural “El”) – compreendemos o papel da Trindade
a) Deus Pai – planejador
b) Deus Filho – o verbo (Jo 1.1) por meio do qual tudo veio a existir
c) Deus Espírito Santo (Gn 1.2c) que faz brotar a vida, vivificar, (pairar – como uma galinha a chocar os ovos)
3. O mundo material e moral foram projetados por uma pessoa Deus.


IV. O OBJETO
1. Os céus (et hashamaim) – universo ou cosmo
2. A terra (veet ha’eretz) – o perfeito equilíbrio de nosso planeta (A sua distância do sol, seu tamanho físico, a atmosfera, a litosfera)
3. O universo pelos antigos eram comprendidos pelo céus e a terra – hoje pela ciência sabe-se que existe mais de 100 bilhões de estrelas e mais de 19 galáxias.


V. O PROPÓSITO
1. Deus criou não por necessidade própria, mais criou para louvor e honra de sua Glória
2. Diante de tanta beleza resta ao homem uma atitude de adoração, culto, ação de graças e incontido louvor
3. Deus Trino, por livre iniciativa, criou tudo que contemplamos hoje (matéria visível e invisível), e colocou o homem como cabeça da criação
4. Resumo:
a) Deus é a origem de tudo quanto existe – ser humano, natureza, cosmo,.., tudo deve a Ele sua existência e a sua propagação;
b) Toda existência e forma de vida são boas se estão corretamente relacionadas com Deus e dependentes dEle;
c) Toda vida e criação pode ter relevância e propósito eternos.
d) Deus tem direitos soberanos sobre toda a criação, em virtude de ser seu Criador;
e) Num mundo caído, Ele reafirma esses direitos mediante a redenção (Êx.6.6; 15.13; Dt.21.8; Lc.1.68; Rm.3.24; Gl.3.13 ;1Pe.1.18).


CONCLUSÃO
"Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; Que é o homem mortal para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites?" (Salmo 8:3-4). Tudo que possuímos ou queremos possuir provém de Deus. Esta noite Ele pergunta “O que queres que te faça?” (Lc 18.41)

terça-feira, julho 31, 2007

A VELHICE VEM....LEMBRA-TE!


(Ec 12.1-8)

1 Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos em que dirás: Não tenho prazer neles; 2 antes que se escureçam o sol e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva; 3 no dia em que tremerem os guardas da casa, e se curvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas, 4 e as portas da rua se fecharem; quando for baixo o ruído da moedura, e nos levantarmos à voz das aves, e todas as filhas da música ficarem abatidas; 5 como também quando temerem o que é alto, e houver espantos no caminho; e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e falhar o desejo; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça; 6 antes que se rompa a cadeia de prata, ou se quebre o copo de ouro, ou se despedace o cântaro junto à fonte, ou se desfaça a roda junto à cisterna, 7 e o pó volte para a terra como o era, e o espírito volte a Deus que o deu. 8 Vaidade de vaidades, diz o pregador, tudo é vaidade.

I. INTRODUÇÃO
O autor interrompe sua narração sobre alegrar-se em todas as coisas da vida, e nos convida a lembrar do criador. De todas as criaturas que Deus fez, o ser humano é incomparavelmente superior e também a mais complexa. Por seu orgulho, no entanto, o ser humano comumente se esquece de que Deus é o seu Criador, que ele é um ser criado, e que depende de Deus. Esclarece a fragilidade da vida humana debaixo do sol, porém há tempo para todo propósito (Ec 3).

II. LEMBRA-TE!...
1. Antes que venham os dias maus (v.1)
a) Depois dos gozos fáceis e dos desperdícios da juventude, naturalmente vêm dias de tédio, quando o passado é recordado apenas para causar tristeza;
b) Por isso é bom lembrar que tudo passa nesta vida – estes dias não atingem apenas os idosos;
c) A velhice será feliz, se a vida foi em companhia do Criador, em obediência à sua vontade.
2. Antes que se escureçam o sol, a lua e as estrelas do esplendor da tua vida (v.2)
a) Os astros aí mencionados são sinônimos de alegria.
b) Representam os dias venturosos da mocidade, que passa.
c) O sol, a luz e as estrelas empalidecem, e a escuridão chega.
3. Antes que tornem a vir às nuvens depois do aguaceiro (v.2)
a) As nuvens prenunciam temporal – tempestades da vida que nos assolam;
b) Depois do aguaceiro – surpreende muita gente, ninguém espera;
c) A vida não é regada só de sol, lua e estrelas – Os desavisados sofrem.
4. Antes do dia em que tremerem os guardas da casa – os teus braços (v.3)
a) Os braços são aqui representados como os guardas da vida, isto é, da casa;
b) Esses braços vigorosos defendem qualquer corpo contra as agressões de fora – sem eles ficamos vulneráveis;
c) Há tempo em que os braços ficam fracos e o corpo fica sem defesa – não tem mais firmeza para sustentar objetos, pois perdem a força e tremem.
5. Antes de se curvarem os homens fortes – as tuas pernas (v.3)
a) As pernas transportam o corpo – para os prazeres da vida (coisas boas e ruins);
b) Bom é lembrar que estes homens fortes um dia enfraquecem e o corpo que carregavam começa a inclinar-se – Devemos cumprir o IDE de Jesus, enquanto eles são fortes(Mt 28.19-20);
c) Os tendões das pernas ficaram flácidos, os músculos perderam o seu vigor, bem assim aquela agilidade, tão própria da juventude.
6. Antes de cessarem os moedores, por já serem poucos (v.3)
a) Os dentes são considerados os moedores da boca, os quais vão caindo um a um, ficando uns quantos fracos para mastigar os alimentos, criando uma dificuldade para nos alimentarmos por serem poucos;
b) Na época do autor não havia dentistas nem protéticos para cuidarem da boca – da atração da mocidade a um desdentado;
c) Isso é bom para ser lembrado, quando os nossos moedores estão fortes e sadios, quando devemos ter o cuidado de trazê-los limpos e higiênicos, nos alimentados de coisas boas.
7. Antes de se escurecerem os que olham pelas janelas, e as portas se fecharem (v.3)
a) Mesmo que haja pessoas de vista fraca na mocidade, não há dúvidas de que os anos concorrem para o enfraquecimento da vista.
b) Nessa altura, não há mais encantos para os órgãos do corpo – cegueira espiritual;
c) Muitos gastaram a vida em obras boas, em serviços ao próximo – para estes os olhos não perdem o vigor, pois o serviço do passado compensam a falta atual.
8. Antes de for baixo o ruído da moedura, e ...todas as filhas da música ficarem abatidas (v.4)
a) Quando não mais podemos distinguir os sons nem mesmo com ajuda de aparelhos auditivos – significa decadência da vida, quando se perde o gosto de muita coisa;
b) Quando o que antes nos seduzia agora não atrai – através deles gravamos em nossa mente as informações;
c) A decadência leva-nos a surdez – quando não reconhecemos a voz de Deus nem seus avisos.
9. Antes também de temeres o que é alto (v.5)
a) Medo do desafio – os velhos não têm coragem de subir um monte, ou por causa do coração ou por fraqueza das pernas;
b) Os alpinistas (novos na fé) são um desafio aos velhos admiradores da sua coragem;
c) Na vida cristã precisamos demonstrar coragem e força – pois é Deus que nos fortalece.
10. Antes que te espantes do caminho (v.5)
a) Para os jovens o caminhar e o correr são coisas naturais;
b) O receio de fazer a vontade de Deus leva a apatia e apostasia;
c) Devemos sair do passado e enfrentar o desconhecido confiando em Deus.
11. Antes floresça a amendoeira (v.5)
a) As cãs são um produto da idade, e quando a cabeça começa a embranquecer, pode-se usar de tinturas para desfazer a impressão, mas a realidade interna fica;
b) A amendoeira na primavera é um encanto, como o são outras árvores, especialmente em climas tropicais;
c) Antes de alcançar esta fase devemos realizar os desígnios de Deus.
12. Antes de te perecer o apetite – “gafanhoto ... praça” (v.5)
a) Os velhos podem ter bom apetite, mas são proibidos de comer muito – não podem jantar, nem, dar-se aos prazeres da mesa;
b) Quando isso acontece, estamos perto de ir à casa eterna, e os pranteadores rondam a nossa porta;
c) A falta de apetite espiritual leva a morte.
13. Antes que se rompa a cadeia de prata ou se quebre o copo de ouro (v.6)
a) A cadeia de prata – isto é, a nossa coluna vertebral que mantém nosso corpo ereto, e que é a viga mestra para sustentar todas as nossas atividades físicas em perfeita ordem, com a velhice esse vigor vai-se embora e ficamos com dificuldade para nos mantermos eretos e temos uma vida normal.
b) Copo de ouro – isto e o intelecto, a mente, que nos capacita a termos o poder do raciocínio lógico e sistemático, faculdade e poder de discernimento, no vigor da idade temos muita facilidade para coordenarmos o raciocínio, e passamos nossas idéias de maneira lógica e racional, mas na velhice perdemos tudo isso, é como que se tornássemos crianças de novo, perdemos o poder de raciocínio lógico.
c) Devemos empregar nosso vigor e intelecto ao serviço do Senhor;
14. Antes que se despedace o cântaro junto a fonte ou se desfaça a roda junto a cisterna (v.6)
a) A quebra do cântaro junto à fonte significa a queda da pessoa. Acontecendo isso, quebra-se a roda junto ao poço, outra figura da vida que passou;
b) Cântaro fala sobre o nosso sistema respiratório, que em nossa mocidade tem toda força, mas quando chega a velhice temos certa dificuldade para respirar;
c) Roda fala dos órgãos vitais à vida humana, que na juventude trabalha em pleno vigor, mas na velhice trabalha com extrema dificuldade pelo desgaste ocorrido ao longo dos anos.
15. Antes que o pó volte a terra como o era e o espírito a Deus que o deu (v.7)
a) Representa o fim da vida, e é o que espera todo mortal;
b) O corpo virá pó novamente e o fôlego de vida dado por Deus volta para Ele – tudo passa só o espírito, dado por Deus, volta à sua origem;
c) O aniquilamento é certo.

III. CONCLUSÃO
O autor encerra o texto afirmando que tudo é Vaidade de vaidades. Nesta vida, tudo se reduz a nada, para nós que vamos para o outro lado, de onde não se volta, deixando aqui para os outros as nossas conquistas. Tudo termina mesmo num montão de poeira, menos o nosso espírito, que se volta às alturas, à presença de Deus, onde presta contas dos dias que viveu aqui (11: 9).
Colocando em ênfase que o homem deve lembrar-se do criador nos dias do seu vigor físico. Pois é exatamente neste período da vida que temos condição de servimos a Deus, com mais dedicação e força, e aproveitarmos a cada oportunidade que Deus nos dá para servi-lo nesta presente vida.
Contudo, apesar desta realidade da degradação física, nós somos ensinados pela palavra de Deus que o nosso corpo é templo do espirito santo 1Co. 6:18, como templo do Espírito santo nós devemos cuidar do nosso corpo, pois através dele nós glorificamos a Deus 1Co. 6:13.
Nos devemos cuidar da nossa alimentação do nosso descanso, para que tenhamos uma velhice sadia apesar do desgaste que ocorre no nosso corpo. Devemos zelar do nosso corpo, pois Deus preparou, para que nós pudéssemos gozar da vida de maneira que posamos satisfazer nossas necessidades, dentro da vontade de Deus, que criou o homem para ser feliz e gozar essa felicidade.

quinta-feira, maio 31, 2007

COISAS PEQUENAS


(Pv 30.24-28)
24. Há quatro coisas mui pequenas na terra que, porém, são mais sábias que os sábios: 25. as formigas, povo sem força; todavia, no verão preparam a sua comida; 26. os arganazes, povo não poderoso; contudo, fazem a sua casa nas rochas; 27. os gafanhotos não têm rei; contudo, marcham todos em bandos; 28. o geco, que se apanha com as mãos; contudo, está nos palácios dos reis.

INTRODUÇÃO

Aprendendo com as coisas pequenas. A sabedoria de Deus opera nesses animais, pelo que eles se tornam nossos professores.

I. QUATRO COISAS PEQUENAS (V. 24)
1.
Pequenas mais sábias
a) Significação das coisas minúsculas - importância, impressão pelo tamanho
b) Enfrentam as desigualdades e sobrevivem - cuidado de Deus
2. Quatro seres ilustram o principal
a) As formigas, os arganazes, os gafanhotos e o geco
b) Tais animais não estão na classe dos gigantes do mundo, mais nos ensina grandes lições


II. AS FORMIGAS (V. 25)
1.
Características (Pv. 6.7)
a) Povo fraco, mais organizado - sem líder, sem chefe e sem governador(social)
b) Trabalhadoras, diligentes e de pleno acordo todas concordam em fazer o que deve ser feito
c) O formigueiro é um lugar atarefado - os membros trabalham de maneira sábia e industriosa
2. Ensinamento (Pv 6.8)
a) Seu trabalho é armazenar alimento para o futuro - conhecem a sua tarefa
b) No verão armazena mantimento p/ o inverno - alimento abundante/escasso
c) Provisão diligente (trabalhando no presente) - meses produtivos
3. Aplicação
a) Trabalho, prudência, diligência e domínio próprio (Mt 9.37-38) - Fruto do E.Santo(Gl 5.22)
b) Devemos armazenar tesouros nos céus (Mt 6.19-21; 1Tm 6.19) - Nosso galardão será dado após o arrebatamento(1Co 3.8)


III. OS ARGANAZES - Texugos, coelhos(V. 26)
1. Características
a) Povo não poderoso
b) Destituído de defesa, porém esperto
2. Ensinamentos (Sl 104.18b)
a) Refugia-se em lugar seguro - nas fendas das rochas (lugares rochosos)
b) A rocha lhe oferece proteção e lhe dá sobrevivência
c) Tem por hábito manter um animal de vigilância o qual avisa a existência de perigo
3. Aplicação
a) Sabedoria
b) Deus é o nosso refúgio (Sl 46.1; Is 26.4) - devemos firmar nossa casa na rocha(Mt 7.24)
c) Deus dá livramento a nossa vida, guardando-nos de todo mal (Sl 121.7) - nos avisa do perigo


IV. OS GAFANHOTOS (v. 27)
1. Características
a) Povo que não tem rei, porém trabalham em conjunto
b) Inteligência ao concretizar seus objetivos - realizam coisas admiráveis (embora destrutivas)
2. Ensinamento
a) Saem em bando e repartem a comida
b) Voam em admirável ordem, cobrindo grandes distâncias de terras e até oceanos
c) Devastam plantações como se fossem exércitos imensos (Jl 1.4-7)
3. Aplicação
a) União, ordem e fidelidad e(Ef 4.13) - devemos marchar libertando os cativos(Lc 4.18-19)
b) O que de graça recebemos de graça devemos dar - unidos uns aos outros(Mt 10.8;Ef 4.2-3)
c) Fazemos parte de um mesmo corpo (Ef 5.30), onde Cristo é a cabeça (Cl 1.18;Rm 12.5)


V. O GECO - Largato, largatixa, "aranha"(v. 28)
1. Características
a) Pequeno, fraco, destituído de defesa - se apanha com as mãos
b) Devora insetos prejudiciais (baratas) - sua estrutura permite andar em todas as direções
2. Ensinamentos
a) Apesar da insignificância habita em palácios reais
b) Liberdade de andar, olhar e explorar o ambiente em todas as direções
3. Aplicação
a) Auto-confiança (2Co 3.4;Ef 3.12) - evangelizar o mundo em todas as direções(Mt 13.38)
b) Fomos adotados por Deus - nosso futuro é habitar ao lado do Rei dos Reis (Ap 21.3)


CONCLUSÃO

Lições ensinadas:
a) Eles compensam sua pequenez e falta de forças com alguma espécie de sabedoria
b) Desempenham tarefas gigantescas com suas habilidades especiais
c) Trabalham juntos em esforços comunitários eficazes
d) Mostram-se diligentes
e) Provêm sua própria proteção e sobrevivência contra grandes desigualdades
f) Servem de ilustrações da sabedoria e providência de Deus, que cuida de toda criação
Que possamos aprender com essas criaturas o objetivo de Deus para conosco.
Amém!!

quarta-feira, fevereiro 28, 2007

CONHECENDO A VONTADE DE DEUS

1Ts 5.16-18

INTRODUÇÃO
O texto que lemos contém três ordens que dão idéia de perpetuidade (continuidade), que nos induzem a perceber a vontade de Deus.



I. "REGOZIJAI-VOS SEMPRE"
a) Sentimento de alegria - em um mundo hostil
b) Uma das virtudes do fruto do Espírito (Gl 5.22)
c)Produto do avanço / desempenho espiritual
d) A alegria do crente é diferente da mundana - a alegria espiritual não depende de circunstâncias externas favoráveis a sua expressão (Rm 14.17)
e) A alegria espiritual deriva do bem estar espiritual da alma
f) A base é a união mística com Cristo


II. "ORAI SEM CESSAR"
a) meio de direcionar súplicas a Deus - fruto de um coração transformado
b) Nenhum intervalo deve haver na vida do crente - constância
c) Trata-se de um espírito dedicado a oração - hábito
d) A devoção deve ser a principal ocupação na vida do crente
e) Através dela demonstramos nossa dependência para com Deus
f) Pouquíssimas são as coisas que não podem ser precedidas pela oração
g) A prática deve ser constante - não apenas em momentos difícieis


III. "EM TUDO DAÍ GRAÇAS"
a) Trata-se de um ato de devoção ordenado por Deus
b) Sentimento de mostrar grato ao Senhor - por todas as coisas
c) Por meio da adoração agradecemos a bondade e a misericórdia de Deus ante o sucesso, o suprimento;
d) Somente quando cumprirmos a vontade de Deus encontramos motivos para Lhe sermos gratos
e) Trata-se de um estágio de desenvolvimento espiritual


CONCLUSÃO
À vontade de Deus é que em todas as circunstâncias regozijemos, tendo na oração um meio de dar graças a Deus.

segunda-feira, outubro 09, 2006

CONHEÇAMOS E PROSSIGAMOS EM CONHECER O SENHOR

Os 6.3
INTRODUÇÃO
A existência de Deus é um fato incontestável. A Bíblia não se preocupa em provar a existência de Deus, parte do pressuposto que Ele já existe. Deus existe desde a eternidade e ele é a origem de tudo, o que tudo governa e sustenta.
I. MOMENTO HISTÓRICO
1.
Contexto do profeta – o povo precisava conhecer a Deus
a) Profetizou em Israel no reinado de Jeroboão (786-746 a.C) – Isaías
b) Período de grande prosperidade, porém acompanhado de declínio moral e espiritual (fachada)
c) A Palavra de Deus era renegada a segundo plano – afirmavam que toda crença era boa.
2. Conseqüência do pecado no meio do povo
a) Cegueira espiritual (2Co 4.4), negam a existência de Deus (Sl 10.4;14.1)
b) Senhores de si (1Co 8.5)
3. O Deus Verdadeiro
a) "Ele é o único Deus", Dt 6.4, e "fora dele não há outro", Dt 4.35; Is 42.8; 44.6,8. Verdadeiramente "só o Senhor é Deus", 1Rs 18.39.
b) É por isto uma necessidade conhecê-lo e prosseguir em conhecer ao Senhor (Os 6.4; Hb 11.5)
II. EVIDÊNCIAS SOBRE DEUS
1.
Evidências naturais de Deus
a) A crença universal em um ser supremo (At 17.23,27; Rm 1.19)
b) Consciência humana (Gn 1.26) – imagem de Deus (Rm 2.14,15)
c) A criação do mundo (Sl 9.1; Rm 1.20), a Bíblia revela sua existência
2. Revelado através dos atributos de sua Divindade
a) Atributo é uma característica essencial de um ser. Aquilo que lhe é próprio.
b) Deus é vivo(Jr 10.10; SI 115.3-8; 1Ts 1.9; At 14.15; 2Co 6.16)
c) É fonte de vida (Jo 5.26; At 17.25; Jo 17.3; 1Jo 5.20; Jo 1.4)
3. Deus tem personalidade
a) Personalidade é o conjunto de características cognitivas, afetivas, volitivas e físicas de um indivíduo, distinguindo-o de outro indivíduo e da vida animal. (Hb 1.2; Jó 13.8).
4. Deus é eterno (Jr 10.10; Rm 16.26; Gn 21.33; Dt 33.27).
a) Eternidade é o infinito quanto ao tempo. Deus não tem início (SI 90.2; 1Cr 29.10; Hc 1.12; Ap 1.8; Is 41.9).
b) Não esta sujeito ao tempo - Para ele o passado. o presente e o futuro é um eterno presente (Jd v .25; 2Pe 3.8; SI 93.2; 102.27; 1Tm 1.17; Is 57.15,27)
c) É imortal (1 Tm 1.17; 6.16; SI 102.12; Hb 8.23)
d) É imutável (Hb 13.8; SI 102.27; MI 3.6; Tg 1.17; Hb 1.12; 6.17,18; 2 Tm 2.13.)
5. Deus é Espírito (Jo 4.23) – antropopatismo e antropomorfismo
a) Ele não tem corpo de substância material, um corpo com sangue, carne, ele tem um corpo espiritual, (1Co 15.44; Fp 2.6; Hb 1.3; 2Co 4.4; Cl 1.15; Ex 33.20; Nm 12.8; Is 30.27; SI 11.4; 18.24; Is 59.1; SI 8.3-6; Ez 1.27)
b) Deus é imenso - Imensidade é o infinito quanto ao espaço (SI 71.15; 40.5; 139.6,17,18; Jó 11.9; 1Rs 8.27; 2Co 4.17)
c) Deus é invisível ( Rm 1.20; Cl 1.15; Gn 5.9,24; Cl 2.6; 1Ts 4.1; 2Co 5.7).
6. Deus é triuno – Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo
a) Três Pessoas são chamadas "Deus": O Pai é chamado Deus (1Co 8.6; Ef 4.6); O Filho (1Jo 5.20; Is 9.6; Hb 1.8); O Espírito Santo (At 5.3,4).
b) Todos três são Pessoas distintas, com personalidade (Is 44.6; Mc 9.7; Jo 16.13; Jo 14.16)
III. ATRIBUTOS ETERNOS DE DEUS
1. Deus é Onipresente(Jr 23.24: SI 72.19; 1Rs 8.27; Jo 4.24; 2Cr 16.9; At 17.27; Rm 10.6-8)
a) Deus está em todo o lugar (Pv 15.3; SI 33.13; Jr 23.2; 16.17; Am 9.2,3; SI 139.7-10; Ez 9.9; Hb 4.13).
b) Ao nosso lado (Ex 33.14,15); na hora da angústia (SI 46.1; 86.15; Is 63.9; SI 121.1-5), quando reunimos (Ef 1.23); na sua igreja (1Co 3.16; 2Co 6.16)
2. Deus é Onisciente (Sl 139.6; Jó 11.7-9; 42.2).
a) "Deus conhece todas as coisas"(1Jo 3.20; Sl 145.5; Rm 11.35; Jó 41.11; 1Co 4.7).
b) Abrange o passado (Mt 10.26; 1Co 4.5; Lc 8.17; 1Tm 5.24); o presente (2Sm 7.20; Ap 2.13; SI 103.14; At 15.18; Lc 16.15; 1Cr 28.9; Sl 44.21; Sl 139.1-4; Pv 5.21; Jó 34.21; Mt 10.30; Mt 6.22; Lc 12.30; Is 40.26; SI 147; Lc 12.6; Mt 10.29); o futuro (At 2.23; Ap 13.8; At 2.23; 1Pe 1.18-20; Ef 3.1-10; Rm 8.29; Ef 1.4,5; 1Pe 1.2; Mc 16.16)
3. Deus é onipotente (Jó 37.2; 36.14; 26.14; 5.9; 9.10)
a) Tem poder ilimitado (Gn 17.1; Gn 18.14; Is 44.24; SI 62.11; Mt 26.64; 19.26; Lc 18.27; 1.37; Jó 42.2).
b) Deus não pode ser impedido por ninguém (Is 43.13; 14.27; Jó 11.10; Pv 21.30; Rm 9.18; Sl 135.6; 115.3; Na 1.3-6; Ex 14.22; Js 3.13; 2Rs 6.1-6; Js 10.13; Dn 6.22,27; Jn 1.4.15)
c) Deus é poderoso para cumprir as suas promessas(Rm 4.21) - respeita o livre arbítrio do homem (Ap 22.17; 1Pe 5.6).
4. Deus é verdade (Jr 10.10; Dt 32.4; Sl 31.5; 1Jo 5.20; Jo 17.3; Jo 14.6; Jo 16.13; 1Jo 5.6).
a) Fonte de verdade (SI 31.5; SI 119.160; Rm 3.4; 1Jo 1.5; 2Tm 2.13; Hb 6.18), para sempre (SI 117.2; 146.6; Sl 100.5; Mt 5.18; Nm 23.20; Is 40.8; Mt 24.35).
b) É fiel (1Co 1.9; 1Jo 1.9; 2Ts 3.:3; 1Co 10.13; Hb 10.23; 2Co 1.18-20; 1Pe 4.19; SI 36.5; 91.4).
5. Deus é santo (SI 99.3; SI 89.18; Is 1.4; Is 57.15; SI 111.9).
a) Substância da sua própria natureza (1Pe 1.16; Lv 19.2; 20.7: SI 99.6,9; 1Jo 1.5; Ex 15.10; SI 29.2; 96.8,9; Lc 1.3; 1Jo 2.20; Ap 3.7; Ef 4.30; Is 6.3; Ap 4.8).
b) Alcança o homem (1Pe 1.16; Hb 12.28; Dt 32.4; Rm 10.2; Hb 1.9; Hc 1.13; Is 59.2)
c) Expressasse por sua justiça (Rm 1.17; 10.3; Jo 17.25; SI 116.11; 2 Tm 4.8; Dt 1.17).
6. Deus é amor (Ef 2.4; 2Ts 2.16; 2Co 9,7; 1Jo 4.8,16; 2Co 13.11,13; Ef 3.19; Rm 15.30; Jo 17.23; Mt 3.17; Jó 5.9; 9.10; SI 139.17,18; Is 49.15).
a) Para com os pecadores (Jo 3.16; 1Jo 4.19; Ef 2.4; Rm 5.8; Hb 1.8)
b) O alto preço de seu sacrifício (Ef 2.4; 1Co 6.20; 1Tm 2.5,6; 2Co 5.21; 1Pe 3.18).
c) Sua graça – favor imerecido(2Co 6.1; 8.1; Gl 2.21; 2Tm 1.9; 2Co 8.9; Tt 2.11; Rm 5.18; Rm 5.20; 2Co 9.15).
d) Sua misericórdia (2Co 1.3; Ef 2.4; Tt 3.5; 1Pe 1.3; 1Pe 3.20; Rm 2.4).
IV. CONHECENDO DEUS DE PERTO
1.
O ponto estratégico – Comunhão, intimidade, entrega(Fp 3.7-11).
a) Se conhecermos à Deus, poderemos entender melhor como viver (1Jo 4.16,19; Sl 13)
b) Tudo na vida emana do conhecimento de Deus – é necessário nascer de novo (Jo 3.3)
c) A atitude parte do homem (Tg 4.8) - chegar-se a Deus
2. Benefícios de conhecer a Deus (Dn 11.32)
a) Confiança(Dn 3.17); Segurança (Sl 46.1-3); Sabedoria (Ef 1.7;Pv 9.10); Ordem (2Pe 1.2-3); Fruto Espiritual (Cl 1.9-10), crescimento/maturidade(2Pe 3.18;Ef 4.13),
CONCLUSÃOApenas pessoas famintas O conhecem. Se você não sente fome, é sinal que está espiritualmente desnutrido. Onde começar? Isto é fácil – Fique perto do Alimento.